Já está virando bordão deste blog: "Muito tempo depois...", pois é, ando sumido mesmo. Basicamente por conta do trabalho. Mas não quero falar disso agora. Vou deixar isso para outro post. Este aqui é para falar de música.
Como no último post falei do show do Metallica que eu não fui, agora vou falar do show do Guns, que eu também não fui. No entanto, o motivo agora é outro: a chuva que castigou o Rio de Janeiro hoje derrubou uma parte do palco e o show foi cancelado. Ninguém sabe ainda o que vai ser de quem tá com ingresso na mão. Vão marcar um outro show ou vão devolver a grana?
Isso tudo é apenas a apoteose desta história. Ontem fui com a Bruna comprar meu ingresso. Deixei ela na fila e fui resolver outras coisas. Uma hora depois voltei e ela estava apenas no meio do caminho. Imagina o humor dela... :-p
Depois de mais uma hora de fila consegui botar a mão no ingresso. 180 pratas e um sábado quase todo jogado fora. Enfim... parafraseando AC/DC: "it's a long way to the top if you wanna rock 'n roll".
No domingo, depois de trabalhar um pouco, fui tirar uma soneca antes de ir pro show. A chuva era um convite a mais para um sono durante a tarde. Tinha marcado com o Yuri de ligar pra ele às 19hs e decidir onde a gente iria se encontrar. E assim fizemos. Com pouca disposição de sair de casa por conta da chuva, demos uma enrolada e marcamos às 20:15 na Apoteose. Foi desligar o telefone e começar a receber as mensagens e ligações falando sobre o cancelamento do show. A notícia no site do Globo foi apenas a confirmação de tudo.
E agora aqui estou, sem qualquer definição e sem rock 'n roll nesse domingo que começou ensolarado.
Pelo menos vou poder ver BBB :-)
domingo, 14 de março de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Em branco...
E o show do Metallica passou em branco, pelo menos para mim. Não me empolguei em passar de novo todo aquele perrengue do show do AC/DC e ir a Sampa para assistir à banda Americana.
A banda piorou muito depois que trocou de baixista (como pode um baixista acabar com uma banda?) e não tem feito nada que me agrade ultimamente. Sinceramente, se eu fosse, seria apenas para ouvir as velharias e encontrar os amigos que foram...
O Ogro vai e deve colocar alguma coisa no blog dele. Na pior das hipóteses ele voltará com uma boa história, afinal ele vai fazer um bate-e-volta de carro!!!
A banda piorou muito depois que trocou de baixista (como pode um baixista acabar com uma banda?) e não tem feito nada que me agrade ultimamente. Sinceramente, se eu fosse, seria apenas para ouvir as velharias e encontrar os amigos que foram...
O Ogro vai e deve colocar alguma coisa no blog dele. Na pior das hipóteses ele voltará com uma boa história, afinal ele vai fazer um bate-e-volta de carro!!!
Falando em Avatar...
Eu e a Bruna somos o tipo de pessoa que frequenta sempre aquele cinema sujo que passa aquele filme estranho que geralmente não tem fim. Na maioria das vezes, o filme simplesmente acaba. As idéias ficam no ar e as pessoas só percebem que tem que ir embora porque os créditos começam a subir. Nem sempre fazem muito sentido, mas fazer o que, é do que a gente gosta.
Geralmente são filmes iranianos, coreanos, latino americanos e até franceses.
Com o lançamento da mega produção Avatar, ficamos instigados a assisti-lo, por conta da enorme repercussão. Por outro lado, também ficamos com a pulga atrás da orelha porque essas produções hollywoodianas não nos apetecem muito.
Ok... tomamos coragem e fomos a um shopping (o objetivo da ida ao shopping foi outro mas aproveitamos a oportunidade). Chegamos lá e a próxima sessão do filme começaria em 2 horas e já estava esgotada!!!
Tá vendo... a gente tentou... Melhor assistir àquele filme sul-africano que está em cartaz aqui perto de casa....
Geralmente são filmes iranianos, coreanos, latino americanos e até franceses.
Com o lançamento da mega produção Avatar, ficamos instigados a assisti-lo, por conta da enorme repercussão. Por outro lado, também ficamos com a pulga atrás da orelha porque essas produções hollywoodianas não nos apetecem muito.
Ok... tomamos coragem e fomos a um shopping (o objetivo da ida ao shopping foi outro mas aproveitamos a oportunidade). Chegamos lá e a próxima sessão do filme começaria em 2 horas e já estava esgotada!!!
Tá vendo... a gente tentou... Melhor assistir àquele filme sul-africano que está em cartaz aqui perto de casa....
Ciclo
Há algum tempo atrás, fiz uma crítica ao filme do Lula por se tratar de um projeto completamente eleitoreiro. Como bom cidadão que sou, apenas me restou boicotar a película. Outro dia estava lendo uma reportagem no jornal e me parece que não fui o único que pensou assim.
A entrevista com os responsáveis pelo filme evidenciou o fracasso e a justificativa foi, digamos, bastante inusitada. Eles lamentavam o péssimo retorno da produção por conta dos concorrentes atuais: Avatar e Alvin e os Esquilos 2.
Avatar eu até entenderia, agora justificar por causa de Alvin e os Esquilos 2 é além da conta. Aqui cabe uma pergunta: alguém soube que um dia existiu Alvin e os Esquilos 1?
Mas bem, voltando ao assunto do filme do Lula, eu tenho algumas suspeitas mais plausíveis que a citada pelos produtores para seu fracasso. Seria por conta da completa reprovação ao governo federal nas grandes cidades (onde está a maioria dos cinemas deste país)? Seria porque o eleitor do governo não tem a cultura de ir ao cinema? Seria porque estes mesmos eleitores são "comprados" pelos "bolsa qualquer coisa" da vida e ainda sim lhes faltem dinheiro para poder assistir ao filme?
Se fizermos uma pequena comparação de números, veremos que as suspeitas se mostram bastante reais. A massa eleitoral do presidente encontra-se vivendo em estado de miséria em cidades sem qualquer acesso à cultura. É o "admirável gado novo" do governo. Ou seja, apesar de conseguir comprar seus votos com os atos populistas, o governo ainda não criou as mínimas condições para que possam ir ao cinema.
E aí entramos em um ciclo sem fim. O governo toma medidas populistas mas não tira o povo da miséria e da ignorância. E o povo, por sua vez, miserável e ignorante mantém os mesmos de sempre no poder...
A entrevista com os responsáveis pelo filme evidenciou o fracasso e a justificativa foi, digamos, bastante inusitada. Eles lamentavam o péssimo retorno da produção por conta dos concorrentes atuais: Avatar e Alvin e os Esquilos 2.
Avatar eu até entenderia, agora justificar por causa de Alvin e os Esquilos 2 é além da conta. Aqui cabe uma pergunta: alguém soube que um dia existiu Alvin e os Esquilos 1?
Mas bem, voltando ao assunto do filme do Lula, eu tenho algumas suspeitas mais plausíveis que a citada pelos produtores para seu fracasso. Seria por conta da completa reprovação ao governo federal nas grandes cidades (onde está a maioria dos cinemas deste país)? Seria porque o eleitor do governo não tem a cultura de ir ao cinema? Seria porque estes mesmos eleitores são "comprados" pelos "bolsa qualquer coisa" da vida e ainda sim lhes faltem dinheiro para poder assistir ao filme?
Se fizermos uma pequena comparação de números, veremos que as suspeitas se mostram bastante reais. A massa eleitoral do presidente encontra-se vivendo em estado de miséria em cidades sem qualquer acesso à cultura. É o "admirável gado novo" do governo. Ou seja, apesar de conseguir comprar seus votos com os atos populistas, o governo ainda não criou as mínimas condições para que possam ir ao cinema.
E aí entramos em um ciclo sem fim. O governo toma medidas populistas mas não tira o povo da miséria e da ignorância. E o povo, por sua vez, miserável e ignorante mantém os mesmos de sempre no poder...
sábado, 30 de janeiro de 2010
Fim da Picada
Há algum tempo venho me mantendo quieto em relação ao nosso presidente (acho que vou parar de chamar de "nosso" porque eu não o elegi). Mas hoje, quando peguei meu contra-cheque, fiquei um pouco mais revoltado ao ver o desconto do imposto de renda, a famosa mordida do leão (ou seria da lula?).
É duro saber que você trabalha pelo menos um dia da sua semana de graça para o país, ou melhor, para os políticos deste país. E aí vem minha indignação maior. Como pode, alguém sem qualquer grau de instrução ou completamente despreparado, decidir o que vai ser feito com o meu dinheiro? Aquele dinheiro que ralei e estudei muito para conseguir... Isso é o fim da picada.
Daí dá nisso. Campanha eleitoral declarada antes do período permitido. Viagens com o meu dinheiro para inaugurar uma obra populista em algum canto esquecido do Brasil, plásticas para ajudar a melhorar o carisma da possível sucessora. Até filme fizeram...
Como não tenho votado ultimamente (por questões de diferenças geográficas entre mim e meu título eleitoral), a única maneira que tenho para conseguir mudar alguma coisa, é cortar a fonte dessa mamata.
Está decidido, vou sonegar meu imposto de renda.
É duro saber que você trabalha pelo menos um dia da sua semana de graça para o país, ou melhor, para os políticos deste país. E aí vem minha indignação maior. Como pode, alguém sem qualquer grau de instrução ou completamente despreparado, decidir o que vai ser feito com o meu dinheiro? Aquele dinheiro que ralei e estudei muito para conseguir... Isso é o fim da picada.
Daí dá nisso. Campanha eleitoral declarada antes do período permitido. Viagens com o meu dinheiro para inaugurar uma obra populista em algum canto esquecido do Brasil, plásticas para ajudar a melhorar o carisma da possível sucessora. Até filme fizeram...
Como não tenho votado ultimamente (por questões de diferenças geográficas entre mim e meu título eleitoral), a única maneira que tenho para conseguir mudar alguma coisa, é cortar a fonte dessa mamata.
Está decidido, vou sonegar meu imposto de renda.
Cifras Cabaret
Cumprindo uma promessa antiga, publiquei duas cifras do Cabaret no Cifra Club:
- O Amor e a Guerra
- Tudo o que Aprendi
Agora quem quiser aprender a tocar essas músicas, já sabe por onde começar ;-)
- O Amor e a Guerra
- Tudo o que Aprendi
Agora quem quiser aprender a tocar essas músicas, já sabe por onde começar ;-)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Tudo que Eu Aprendi
Intro: B7
E F#m G#
Não adianta amar de qualquer jeito
Am E
Eu não quero, não aceito esmola
B7
De mais ninguém.
E F#m G#m
E vou dar um tempo nessa de insistir
Am E B7
Que você ainda vale a pena, a cena
A E
Vou brindar à minha solidão
B7
Procurar meu chão
A Am B7 E B7
Me retocar e mostrar tudo o que aprendi.
E F#m G#m
Um pouco de vinho, à meia-luz de um quarto,
Am E
Um retrato vela o ritual
B7
Que vai além
E F#m G#m
Não é qualquer roupa não que hoje me cai bem
Am E B7
Tem que ser algo especial, cruel,
A E
Tudo o que os outros achem quase desleal
B7
Atração fatal
F#m G#m A
Vou dar as cartas, vou me vender bem caro
A Am B7 E B7
Sem perdoar e mostrar tudo o que aprendi
SOLO: E F#m G#m Am E B7 E F#m G#m Am E B7
E F#m G#m
Eu quero pra mim, num gole de champanhe,
Am E
Um amor que me sirva a taça
B7
De mais prazer
E F#m G#m
Um beijo cuspido, um doce meio amargo,
Am E B7
Um afago pra deixar de lado, pensando:
A E
"Se você não vem, vou beber a minha solidão,
B7
Procurar meu chão
F#m G#m A
Juntar os cacos, deixar para amanhã
A Am B7 C#m
E negar cada palavra que eu me prometi...
A Am B7 E
...ah, se eu pudesse te dar tudo o que eu aprendi".
E F#m G#
Não adianta amar de qualquer jeito
Am E
Eu não quero, não aceito esmola
B7
De mais ninguém.
E F#m G#m
E vou dar um tempo nessa de insistir
Am E B7
Que você ainda vale a pena, a cena
A E
Vou brindar à minha solidão
B7
Procurar meu chão
A Am B7 E B7
Me retocar e mostrar tudo o que aprendi.
E F#m G#m
Um pouco de vinho, à meia-luz de um quarto,
Am E
Um retrato vela o ritual
B7
Que vai além
E F#m G#m
Não é qualquer roupa não que hoje me cai bem
Am E B7
Tem que ser algo especial, cruel,
A E
Tudo o que os outros achem quase desleal
B7
Atração fatal
F#m G#m A
Vou dar as cartas, vou me vender bem caro
A Am B7 E B7
Sem perdoar e mostrar tudo o que aprendi
SOLO: E F#m G#m Am E B7 E F#m G#m Am E B7
E F#m G#m
Eu quero pra mim, num gole de champanhe,
Am E
Um amor que me sirva a taça
B7
De mais prazer
E F#m G#m
Um beijo cuspido, um doce meio amargo,
Am E B7
Um afago pra deixar de lado, pensando:
A E
"Se você não vem, vou beber a minha solidão,
B7
Procurar meu chão
F#m G#m A
Juntar os cacos, deixar para amanhã
A Am B7 C#m
E negar cada palavra que eu me prometi...
A Am B7 E
...ah, se eu pudesse te dar tudo o que eu aprendi".
Mais uma vez Cabaret
Cabaret foi uma banda que conheci por volta de 2007 (ou seria final de 2006?) em um show que fui no Cine Íris. Na época achei interessante e acabei comprando o CD. Logo depois viajei e coloquei as músicas no meu inseparável IPod. Escutei uma vez, comecei a reparar mais nas músicas, escutei de novo e fui percebendo que ali tinha música de qualidade. Rock & Roll como não se fazia no Brasil há muitos anos.
Depois destes 3 anos, concluí que foi o cd que mais ouvi, seja em casa, seja indo para o trabalho, seja viajando. Ouvi tanto que inclusive fiz com que a Zoada's Band tocasse um cover deles. Pena que não consegui assistir a mais shows.
Mas bem... depois desse tempo todo, na última 5a feira, finalmente consegui assistir a outro show deles. E melhor ainda, aqui do lado de casa, na Drinkeria Maldita.
Repertório com músicas novas mas também com os "clássicos" do primeiro disco deles. A pena foi o pequeno público. Eu sinceramente não entendo como a banda não estourou. Ótimas letras, guitarra firme, música sem firula. Rock de verdade. Era para estar bombando por aí. Mas as gravadoras preferem investir em fresnos, nxzeros e strikes da vida. É uma pena estarem formando um público jovem com a cara da MTV.
No final da apresentação, paramos para conversar com o vocalista da banda, Márvio. Elogiei a banda, fiz aquela rasgação, comentei sobre a Zoada's Band e o cover no Youtube de Messias Pessoal. Para minha surpresa, ele falou que já tinha assistido :-)
Zoada's Band - Messias Pessoal
Foi um misto de sentimentos. Do lado dele, por fazer parte de uma banda lutando pela consagração e saber que tem uma galera fazendo cover deles em Manaus; e do meu, por saber que o cara que compôs a música assistiu à gravação. É praticamente como se o Eric Clapton assistisse ao nosso cover do Cream :-D
(Gostaria apenas de deixar uma observação aqui em relação às nossas gravações: foi a maneira que encontramos para dividir com os amigos o som que estávamos fazendo. Em momento algum tínhamos a pretensão de gravar os ensaios para promover a banda ou fazer demonstrações de excelência.)
Como há algum tempo venho tocando algumas músicas do Cabaret no violão e não encontro nenhuma cifra na internet, resolvi eu mesmo escrevê-las. Por isso, pretendo publicá-las aqui e se possível em sites de cifras.
Para quem estiver no Rio, na próxima 5a feira tem mais (e em todas as outras 5as de Janeiro). Estarei lá. Quem sabe até role um convite para eu fazer uma canja...
Depois destes 3 anos, concluí que foi o cd que mais ouvi, seja em casa, seja indo para o trabalho, seja viajando. Ouvi tanto que inclusive fiz com que a Zoada's Band tocasse um cover deles. Pena que não consegui assistir a mais shows.
Mas bem... depois desse tempo todo, na última 5a feira, finalmente consegui assistir a outro show deles. E melhor ainda, aqui do lado de casa, na Drinkeria Maldita.
Repertório com músicas novas mas também com os "clássicos" do primeiro disco deles. A pena foi o pequeno público. Eu sinceramente não entendo como a banda não estourou. Ótimas letras, guitarra firme, música sem firula. Rock de verdade. Era para estar bombando por aí. Mas as gravadoras preferem investir em fresnos, nxzeros e strikes da vida. É uma pena estarem formando um público jovem com a cara da MTV.
No final da apresentação, paramos para conversar com o vocalista da banda, Márvio. Elogiei a banda, fiz aquela rasgação, comentei sobre a Zoada's Band e o cover no Youtube de Messias Pessoal. Para minha surpresa, ele falou que já tinha assistido :-)
Foi um misto de sentimentos. Do lado dele, por fazer parte de uma banda lutando pela consagração e saber que tem uma galera fazendo cover deles em Manaus; e do meu, por saber que o cara que compôs a música assistiu à gravação. É praticamente como se o Eric Clapton assistisse ao nosso cover do Cream :-D
(Gostaria apenas de deixar uma observação aqui em relação às nossas gravações: foi a maneira que encontramos para dividir com os amigos o som que estávamos fazendo. Em momento algum tínhamos a pretensão de gravar os ensaios para promover a banda ou fazer demonstrações de excelência.)
Como há algum tempo venho tocando algumas músicas do Cabaret no violão e não encontro nenhuma cifra na internet, resolvi eu mesmo escrevê-las. Por isso, pretendo publicá-las aqui e se possível em sites de cifras.
Para quem estiver no Rio, na próxima 5a feira tem mais (e em todas as outras 5as de Janeiro). Estarei lá. Quem sabe até role um convite para eu fazer uma canja...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Eu Reporter
Meu pequeno relato sobre o caos que se instaurou no metro do Rio ontem depois da abertura da Estação General Osório (Ipanema) e a integração direta entre as linhas 1 e 2.
Poucas linhas, mas muita categoria :-)
Tá lá no meio do texto:
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2009/12/22/leitores-relatam-sufoco-no-metro-do-rio-915313803.asp
Poucas linhas, mas muita categoria :-)
Tá lá no meio do texto:
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2009/12/22/leitores-relatam-sufoco-no-metro-do-rio-915313803.asp
domingo, 6 de dezembro de 2009
Resultado do Atleta
domingo, 29 de novembro de 2009
Queime Antes de Ver
Que a campanha eleitoral do PT com recurso público já começou há muito tempo, isso não é mais segredo para ninguém. Mas nesse final de semana essa história ganhou mais um capítulo deprimente. Foi a estreia nacional do filme do Lula.
Não vi, não vou ver e não recomendo. A história de um cara que nunca prezou pelos estudos, pelo trabalho e cresceu através de oportunismo barato sindicalista (até um dedo perdido serviu para benefício próprio) não merece ser assistida. E tudo isso a menos de um ano das eleições.
Infelizmente, alguma campanha populista/eleitoral levará milhões de miseráveis pela primeira vez ao cinema para assistir a essa película eleitoral.
Só falta quererem que ele concorra ao Oscar...
Não vi, não vou ver e não recomendo. A história de um cara que nunca prezou pelos estudos, pelo trabalho e cresceu através de oportunismo barato sindicalista (até um dedo perdido serviu para benefício próprio) não merece ser assistida. E tudo isso a menos de um ano das eleições.
Infelizmente, alguma campanha populista/eleitoral levará milhões de miseráveis pela primeira vez ao cinema para assistir a essa película eleitoral.
Só falta quererem que ele concorra ao Oscar...
A Culpa é de Quem?
O show de samba que foi organizado para a entidade de Jimmy Page me fez refletir um pouco.
A organização agiu de má fé em não anunciar as atrações antes. Fizeram com que fãs do Led gastassem R$100,00 com a esperança de ver seu guitarrista tocar.
Infelizmente colocaram todos em uma situação delicada. 300 pessoas ávidas por rock e alguns grupos de samba. Combinação explosiva. A recepção do público foi a pior possível. Houve um embate entre bandas e a galera.
A visão preconceituosa de quem tinha o microfone na mão só piorou as coisas. Iniciaram-se ataques à platéia, reclamando que roqueiro deveria gostar de música brasileira, que deveria valorizar mais o que vem do seu país (samba e bossa nova no caso)...
O público esperava por rock, investiu uma grana considerável e não teve o que queria. Era óbvio que as coisas não iriam sair bem.
Porém, essa defesa de que devemos valorizar o que é genuinamente brasileiro (se é que existe algo genuinamente brasileiro) é ridículo. Roqueiro gosta de música nacional, mas hoje não estava preparado para ouvir outra coisa que não rock.
Sambista tem que parar com essa idéia idiota que rock é música estrangeira.
A organização agiu de má fé em não anunciar as atrações antes. Fizeram com que fãs do Led gastassem R$100,00 com a esperança de ver seu guitarrista tocar.
Infelizmente colocaram todos em uma situação delicada. 300 pessoas ávidas por rock e alguns grupos de samba. Combinação explosiva. A recepção do público foi a pior possível. Houve um embate entre bandas e a galera.
A visão preconceituosa de quem tinha o microfone na mão só piorou as coisas. Iniciaram-se ataques à platéia, reclamando que roqueiro deveria gostar de música brasileira, que deveria valorizar mais o que vem do seu país (samba e bossa nova no caso)...
O público esperava por rock, investiu uma grana considerável e não teve o que queria. Era óbvio que as coisas não iriam sair bem.
Porém, essa defesa de que devemos valorizar o que é genuinamente brasileiro (se é que existe algo genuinamente brasileiro) é ridículo. Roqueiro gosta de música nacional, mas hoje não estava preparado para ouvir outra coisa que não rock.
Sambista tem que parar com essa idéia idiota que rock é música estrangeira.
Maldição Musical
Tive uma grande decepção este final de semana. Na verdade duas. Jimmy Page está no Rio para divulgar seu projeto social no Brasil. E para angariar fundos, foram divulgados dois shows, um na British School no sábado e outro no Rio Rock & Blues Club no domingo.
Pela bagatela de R$100,00 e com um pouco de sorte, era possível conseguir um ingresso. Depois de muito trabalho, consegui entrada para ambos os dias. E aí começou a decepcão.
No sábado, Jimmy apareceu, falou um pouco sobre seu projeto e mais nada... Ficamos apenas na companhia das bandas da escola. É verdade que Pepeu Gomes (cumprimentado por Page no final) e George Israel ajudaram um pouco com algumas músicas, mas foi muito pouco para quem esperava pelo guitarrista do Led.
No dia seguinte, a esperança era um pouco maior, afinal de contas o show seria numa casa de rock na Lapa. Quando cheguei, o som que rolava era o puro rock 'n roll, mas vindo das pick ups do DJ. Quando anunciaram as bandas (isso mesmo, só anunciaram as bandas na hora), foi aquele balde de água fria. Bossa nova, samba e maracatu formariam a trilha musical da noite. No final ainda haveria uma banda de rock. Mas eu não fiquei para ver. A falta de tato dos organizadores foi demais, o clima ficou pesado e eu perdi qualquer esperança de ver Jimmy Page tocando.
Restou vir para casa completamente decepcionado. Deve ser o preço por ter assistido AC/DC. Vendi minha alma e agora estou amaldiçoado musicalmente.
Pela bagatela de R$100,00 e com um pouco de sorte, era possível conseguir um ingresso. Depois de muito trabalho, consegui entrada para ambos os dias. E aí começou a decepcão.
No sábado, Jimmy apareceu, falou um pouco sobre seu projeto e mais nada... Ficamos apenas na companhia das bandas da escola. É verdade que Pepeu Gomes (cumprimentado por Page no final) e George Israel ajudaram um pouco com algumas músicas, mas foi muito pouco para quem esperava pelo guitarrista do Led.
No dia seguinte, a esperança era um pouco maior, afinal de contas o show seria numa casa de rock na Lapa. Quando cheguei, o som que rolava era o puro rock 'n roll, mas vindo das pick ups do DJ. Quando anunciaram as bandas (isso mesmo, só anunciaram as bandas na hora), foi aquele balde de água fria. Bossa nova, samba e maracatu formariam a trilha musical da noite. No final ainda haveria uma banda de rock. Mas eu não fiquei para ver. A falta de tato dos organizadores foi demais, o clima ficou pesado e eu perdi qualquer esperança de ver Jimmy Page tocando.
Restou vir para casa completamente decepcionado. Deve ser o preço por ter assistido AC/DC. Vendi minha alma e agora estou amaldiçoado musicalmente.
sábado, 28 de novembro de 2009
E se fez Rock...
Ontem foi um dia para ser lembrado. Paguei uma dívida que tinha comigo há 13 anos. Fui a São Paulo assistir ao show do AC/DC.
Tudo começou há 2 meses atrás quando anunciaram que seriam iniciadas as vendas de ingresso. Na ocasião eu ainda estava de férias fora do país e tive que contar com a ajuda do Yuri para garantir o meu. Foram necessários apenas dois SMS's:
Yuri: "Vão começar a vender os ingressos para o show do AC/DC amanhã. Já vou comprar o meu. Você quer?"
Bruno: "Yuri, pode comprar o meu não importa o preço."
E assim foi feito. Já no primeiro dia, o Yuri encarou uma grande fila aqui no Rio (para um show em São Paulo) e garantiu meu ingresso pela bagatela de R$300,00. Os outros amigos que decidiram comprar seus ingressos no dia seguinte ficaram sem. É isso mesmo, os 65 mil ingressos se esgotaram em um dia.
Com o ingresso na mão, era hora de conseguir a passagem. Decidimos que iríamos de avião no dia do show e voltaríamos para o Rio no dia seguinte no primeiro voo da ponte-aérea. As milhas acumuladas me pouparam um gasto adicional...
Pronto. Agora estava tudo preparado. Era apenas uma questão de tempo. E o tempo passou... até que raiou o dia 27 de Novembro.
Por conta de problemas climáticos em São Paulo, decidimos ir para o aeroporto mais cedo para tentar antecipar o voo. Por isso, encontrei o Yuri pontualmente às 15:30 na Cinelândia e de lá fomos a pé para o Santos Dumont. Para nosso azar, não foi possível voar antes e tivemos que ficar "fazendo hora" e torcendo para que o voo não atrasasse.
Durante a espera, ainda conseguimos comprar ingressos para o show do Jimmy Page na Lapa, mas isso é um parênteses que não quero fazer agora. E felizmente o voo não atrasou.
No saguão do aeroporto ainda encontramos mais dois caras que estavam indo para o show e rachamos o táxi em São Paulo até o Morumbi. Foi bom que um deles era paulista e conhecia o caminho, isso evitou que os cariocas tomassem aquela volta do taxista. Apenas ressaltar o caos que era São Paulo às 19:30 numa sexta feira debaixo de muita chuva.
Quando entramos no estádio, já estava rolando o show do Nasi. O som estava muito ruim e nós estávamos mais preocupados em arrumar um bom lugar para ver a banda australiana. De qualquer maneira, foi o show curto e de covers, que não vale muitos detalhes.
Pontualmente às 21:30, começa a passar uma animação nos telões. O show estava oficialmente começando. Depois de sincronizar o vídeo com as explosões, a banda entrou atacando de "Rock 'n roll train", música do disco novo Black Ice.

Em seguida, começou o desfile de clássicos: "Hell ain't a bad place to be" e "Back in Black". "Back in Black", um dos maiores riffs do rock. A partir daquele momento, minha dívida já estava paga.
O AC/DC é uma banda que poderia facilmente fazer um show de 3 a 4 horas pelo número de clássicos que possui. Como esse show teve apenas 2 horas (que passaram voando por sinal), é de se esperar que muitas músicas tenham ficado de fora.
De qualquer maneira, fomos agraciados com "Let there be rock", "Whole Lotta Rosie", "Shoot to Thrill", "Thunderstruck" (é possível ver o setlist completo aqui). Mas os pontos altos foram: T.N.T e The Jack (com o telão exibindo imagens das mulheres no show).
Apesar da banda ser composta por 5 membros, são Angus Young e Brian Johnson que roubam toda a cena. O restante faz uma ótima base para que os dois astros desfilem seu carisma.

Quando os canhões começaram a explodir em "For those about to rock (We salute you)", estava-se anunciando o fim do show. Depois daquela descarga elétrica, seria difícil voltar ao estado normal. 65 mil pessoas em estado êxtase.
Infelizmente ainda eram 23:30 e nosso voo só partiria às 7:10 do dia seguinte. Precisaríamos matar o tempo de alguma forma. Primeiro ligamos para um amigo, que depois de 20 minutos nos ligou desistindo de nos encontrar. Enquanto andávamos em busca de um táxi, decidimos ir para o Blackmore, uma casa de rock perto do aeroporto de Congonhas.
Chegamos lá e tivemos desconto na entrada porque apresentamos o ingresso do show. 3 bandas estranhas animariam a casa, destaque para o cover bem feito de Iron Maiden e para a banda de heavy metal que fechou a noite. Figuras bizarras no palco como uma anã gótica tocando teclado e um vocalista com cara de mendigo transformista. Valeu pelas boas gargalhadas e pelo tombo do Yuri na escada que resultou num tornozelo torcido.
Às 4, já com o Yuri dormindo sobre a mesa, decidimos ir para o aeroporto. Pegamos mais um táxi e chegamos rápido.
Na nossa chegada, a cena foi a mais estranha possível. Parecia cenário de um filme de destruição mundial. Centenas de pessoas vestidas de preto jogadas pelo chão dormindo por todos os cantos. Outras dentro dos carros de luxo expostos no saguão do aeroporto. Mais uma sessão de gargalhadas. Tiramos algumas fotos (que estão na máquina do Yuri ainda...). Tivemos que esperar uma hora até fazer o check-in.
Check-in feito, fomos para a sala de embarque esperar pelo voo. Cada um se jogou sobre bancos sem braços e dormimos por uma hora. Quando acordamos, fomos brindados pela melancólica cena da manhã chuvosa em São Paulo. Era o reflexo do nosso estado naquele momento.
Chamaram nosso voo pelos alto-falantes e lá nos metemos no Boeing da Gol. Foi sentar e apagar. Acordamos já no Rio e fomos correndo para casa, para poder se recuperar para o show do Jimmy Page durante a tarde. Mas isso já é uma outra história...
Tudo começou há 2 meses atrás quando anunciaram que seriam iniciadas as vendas de ingresso. Na ocasião eu ainda estava de férias fora do país e tive que contar com a ajuda do Yuri para garantir o meu. Foram necessários apenas dois SMS's:
Yuri: "Vão começar a vender os ingressos para o show do AC/DC amanhã. Já vou comprar o meu. Você quer?"
Bruno: "Yuri, pode comprar o meu não importa o preço."
E assim foi feito. Já no primeiro dia, o Yuri encarou uma grande fila aqui no Rio (para um show em São Paulo) e garantiu meu ingresso pela bagatela de R$300,00. Os outros amigos que decidiram comprar seus ingressos no dia seguinte ficaram sem. É isso mesmo, os 65 mil ingressos se esgotaram em um dia.
Com o ingresso na mão, era hora de conseguir a passagem. Decidimos que iríamos de avião no dia do show e voltaríamos para o Rio no dia seguinte no primeiro voo da ponte-aérea. As milhas acumuladas me pouparam um gasto adicional...
Pronto. Agora estava tudo preparado. Era apenas uma questão de tempo. E o tempo passou... até que raiou o dia 27 de Novembro.
Por conta de problemas climáticos em São Paulo, decidimos ir para o aeroporto mais cedo para tentar antecipar o voo. Por isso, encontrei o Yuri pontualmente às 15:30 na Cinelândia e de lá fomos a pé para o Santos Dumont. Para nosso azar, não foi possível voar antes e tivemos que ficar "fazendo hora" e torcendo para que o voo não atrasasse.
Durante a espera, ainda conseguimos comprar ingressos para o show do Jimmy Page na Lapa, mas isso é um parênteses que não quero fazer agora. E felizmente o voo não atrasou.
No saguão do aeroporto ainda encontramos mais dois caras que estavam indo para o show e rachamos o táxi em São Paulo até o Morumbi. Foi bom que um deles era paulista e conhecia o caminho, isso evitou que os cariocas tomassem aquela volta do taxista. Apenas ressaltar o caos que era São Paulo às 19:30 numa sexta feira debaixo de muita chuva.
Quando entramos no estádio, já estava rolando o show do Nasi. O som estava muito ruim e nós estávamos mais preocupados em arrumar um bom lugar para ver a banda australiana. De qualquer maneira, foi o show curto e de covers, que não vale muitos detalhes.
Pontualmente às 21:30, começa a passar uma animação nos telões. O show estava oficialmente começando. Depois de sincronizar o vídeo com as explosões, a banda entrou atacando de "Rock 'n roll train", música do disco novo Black Ice.
Em seguida, começou o desfile de clássicos: "Hell ain't a bad place to be" e "Back in Black". "Back in Black", um dos maiores riffs do rock. A partir daquele momento, minha dívida já estava paga.
O AC/DC é uma banda que poderia facilmente fazer um show de 3 a 4 horas pelo número de clássicos que possui. Como esse show teve apenas 2 horas (que passaram voando por sinal), é de se esperar que muitas músicas tenham ficado de fora.
De qualquer maneira, fomos agraciados com "Let there be rock", "Whole Lotta Rosie", "Shoot to Thrill", "Thunderstruck" (é possível ver o setlist completo aqui). Mas os pontos altos foram: T.N.T e The Jack (com o telão exibindo imagens das mulheres no show).
Apesar da banda ser composta por 5 membros, são Angus Young e Brian Johnson que roubam toda a cena. O restante faz uma ótima base para que os dois astros desfilem seu carisma.
Quando os canhões começaram a explodir em "For those about to rock (We salute you)", estava-se anunciando o fim do show. Depois daquela descarga elétrica, seria difícil voltar ao estado normal. 65 mil pessoas em estado êxtase.
Infelizmente ainda eram 23:30 e nosso voo só partiria às 7:10 do dia seguinte. Precisaríamos matar o tempo de alguma forma. Primeiro ligamos para um amigo, que depois de 20 minutos nos ligou desistindo de nos encontrar. Enquanto andávamos em busca de um táxi, decidimos ir para o Blackmore, uma casa de rock perto do aeroporto de Congonhas.
Chegamos lá e tivemos desconto na entrada porque apresentamos o ingresso do show. 3 bandas estranhas animariam a casa, destaque para o cover bem feito de Iron Maiden e para a banda de heavy metal que fechou a noite. Figuras bizarras no palco como uma anã gótica tocando teclado e um vocalista com cara de mendigo transformista. Valeu pelas boas gargalhadas e pelo tombo do Yuri na escada que resultou num tornozelo torcido.
Às 4, já com o Yuri dormindo sobre a mesa, decidimos ir para o aeroporto. Pegamos mais um táxi e chegamos rápido.
Na nossa chegada, a cena foi a mais estranha possível. Parecia cenário de um filme de destruição mundial. Centenas de pessoas vestidas de preto jogadas pelo chão dormindo por todos os cantos. Outras dentro dos carros de luxo expostos no saguão do aeroporto. Mais uma sessão de gargalhadas. Tiramos algumas fotos (que estão na máquina do Yuri ainda...). Tivemos que esperar uma hora até fazer o check-in.
Check-in feito, fomos para a sala de embarque esperar pelo voo. Cada um se jogou sobre bancos sem braços e dormimos por uma hora. Quando acordamos, fomos brindados pela melancólica cena da manhã chuvosa em São Paulo. Era o reflexo do nosso estado naquele momento.
Chamaram nosso voo pelos alto-falantes e lá nos metemos no Boeing da Gol. Foi sentar e apagar. Acordamos já no Rio e fomos correndo para casa, para poder se recuperar para o show do Jimmy Page durante a tarde. Mas isso já é uma outra história...
Quebrando a Corrente
Estou devendo postar mais da metade das histórias das férias, mas precisei quebrar a sequência sobre a viagem por causa dos shows que estão acontecendo essa semana.
Quem sabe eu não me anime e termine tudo de uma vez só...
Quem sabe eu não me anime e termine tudo de uma vez só...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
On a Highway to Hell and on a Stairway to Heaven
6a feira estarei em São Paulo para assistir ao show do AC/DC. No sábado, já de volta ao Rio, assistirei a uma apresentação do Jimmy Page na Escola Britânica.
Ainda devo ir ao Rio Rock e Blues Club na Lapa para mais um showzinho de Page (também no sábado).
Do inferno ao céu em 24 horas...
Ainda devo ir ao Rio Rock e Blues Club na Lapa para mais um showzinho de Page (também no sábado).
Do inferno ao céu em 24 horas...
domingo, 15 de novembro de 2009
Versailles
Para chegar a Versailles, toma-se um trem em Paris que leva cerca de 40 minutos no percurso. Não precisa nem dizer que só tem turista nas composições, mas isso faz parte de quem quer conhecer a região de Paris e seus arredores.
Nossa visita resumiu-se ao castelo e sua área.

O Castelo

Os Jardins

A Princesa

O Salão dos Espelhos
Nossa visita resumiu-se ao castelo e sua área.




En Retard
Fiquei muito tempo sem atualizar o blog. Queria detalhar bem a viagem, mas como não fiz quando estava tudo fresco na memória, agora vai ficar muito difícil.
Vou me limitar a colocar as fotos com poucas considerações...
Vou me limitar a colocar as fotos com poucas considerações...
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