Meu pequeno relato sobre o caos que se instaurou no metro do Rio ontem depois da abertura da Estação General Osório (Ipanema) e a integração direta entre as linhas 1 e 2.
Poucas linhas, mas muita categoria :-)
Tá lá no meio do texto:
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2009/12/22/leitores-relatam-sufoco-no-metro-do-rio-915313803.asp
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
Resultado do Atleta
domingo, 29 de novembro de 2009
Queime Antes de Ver
Que a campanha eleitoral do PT com recurso público já começou há muito tempo, isso não é mais segredo para ninguém. Mas nesse final de semana essa história ganhou mais um capítulo deprimente. Foi a estreia nacional do filme do Lula.
Não vi, não vou ver e não recomendo. A história de um cara que nunca prezou pelos estudos, pelo trabalho e cresceu através de oportunismo barato sindicalista (até um dedo perdido serviu para benefício próprio) não merece ser assistida. E tudo isso a menos de um ano das eleições.
Infelizmente, alguma campanha populista/eleitoral levará milhões de miseráveis pela primeira vez ao cinema para assistir a essa película eleitoral.
Só falta quererem que ele concorra ao Oscar...
Não vi, não vou ver e não recomendo. A história de um cara que nunca prezou pelos estudos, pelo trabalho e cresceu através de oportunismo barato sindicalista (até um dedo perdido serviu para benefício próprio) não merece ser assistida. E tudo isso a menos de um ano das eleições.
Infelizmente, alguma campanha populista/eleitoral levará milhões de miseráveis pela primeira vez ao cinema para assistir a essa película eleitoral.
Só falta quererem que ele concorra ao Oscar...
A Culpa é de Quem?
O show de samba que foi organizado para a entidade de Jimmy Page me fez refletir um pouco.
A organização agiu de má fé em não anunciar as atrações antes. Fizeram com que fãs do Led gastassem R$100,00 com a esperança de ver seu guitarrista tocar.
Infelizmente colocaram todos em uma situação delicada. 300 pessoas ávidas por rock e alguns grupos de samba. Combinação explosiva. A recepção do público foi a pior possível. Houve um embate entre bandas e a galera.
A visão preconceituosa de quem tinha o microfone na mão só piorou as coisas. Iniciaram-se ataques à platéia, reclamando que roqueiro deveria gostar de música brasileira, que deveria valorizar mais o que vem do seu país (samba e bossa nova no caso)...
O público esperava por rock, investiu uma grana considerável e não teve o que queria. Era óbvio que as coisas não iriam sair bem.
Porém, essa defesa de que devemos valorizar o que é genuinamente brasileiro (se é que existe algo genuinamente brasileiro) é ridículo. Roqueiro gosta de música nacional, mas hoje não estava preparado para ouvir outra coisa que não rock.
Sambista tem que parar com essa idéia idiota que rock é música estrangeira.
A organização agiu de má fé em não anunciar as atrações antes. Fizeram com que fãs do Led gastassem R$100,00 com a esperança de ver seu guitarrista tocar.
Infelizmente colocaram todos em uma situação delicada. 300 pessoas ávidas por rock e alguns grupos de samba. Combinação explosiva. A recepção do público foi a pior possível. Houve um embate entre bandas e a galera.
A visão preconceituosa de quem tinha o microfone na mão só piorou as coisas. Iniciaram-se ataques à platéia, reclamando que roqueiro deveria gostar de música brasileira, que deveria valorizar mais o que vem do seu país (samba e bossa nova no caso)...
O público esperava por rock, investiu uma grana considerável e não teve o que queria. Era óbvio que as coisas não iriam sair bem.
Porém, essa defesa de que devemos valorizar o que é genuinamente brasileiro (se é que existe algo genuinamente brasileiro) é ridículo. Roqueiro gosta de música nacional, mas hoje não estava preparado para ouvir outra coisa que não rock.
Sambista tem que parar com essa idéia idiota que rock é música estrangeira.
Maldição Musical
Tive uma grande decepção este final de semana. Na verdade duas. Jimmy Page está no Rio para divulgar seu projeto social no Brasil. E para angariar fundos, foram divulgados dois shows, um na British School no sábado e outro no Rio Rock & Blues Club no domingo.
Pela bagatela de R$100,00 e com um pouco de sorte, era possível conseguir um ingresso. Depois de muito trabalho, consegui entrada para ambos os dias. E aí começou a decepcão.
No sábado, Jimmy apareceu, falou um pouco sobre seu projeto e mais nada... Ficamos apenas na companhia das bandas da escola. É verdade que Pepeu Gomes (cumprimentado por Page no final) e George Israel ajudaram um pouco com algumas músicas, mas foi muito pouco para quem esperava pelo guitarrista do Led.
No dia seguinte, a esperança era um pouco maior, afinal de contas o show seria numa casa de rock na Lapa. Quando cheguei, o som que rolava era o puro rock 'n roll, mas vindo das pick ups do DJ. Quando anunciaram as bandas (isso mesmo, só anunciaram as bandas na hora), foi aquele balde de água fria. Bossa nova, samba e maracatu formariam a trilha musical da noite. No final ainda haveria uma banda de rock. Mas eu não fiquei para ver. A falta de tato dos organizadores foi demais, o clima ficou pesado e eu perdi qualquer esperança de ver Jimmy Page tocando.
Restou vir para casa completamente decepcionado. Deve ser o preço por ter assistido AC/DC. Vendi minha alma e agora estou amaldiçoado musicalmente.
Pela bagatela de R$100,00 e com um pouco de sorte, era possível conseguir um ingresso. Depois de muito trabalho, consegui entrada para ambos os dias. E aí começou a decepcão.
No sábado, Jimmy apareceu, falou um pouco sobre seu projeto e mais nada... Ficamos apenas na companhia das bandas da escola. É verdade que Pepeu Gomes (cumprimentado por Page no final) e George Israel ajudaram um pouco com algumas músicas, mas foi muito pouco para quem esperava pelo guitarrista do Led.
No dia seguinte, a esperança era um pouco maior, afinal de contas o show seria numa casa de rock na Lapa. Quando cheguei, o som que rolava era o puro rock 'n roll, mas vindo das pick ups do DJ. Quando anunciaram as bandas (isso mesmo, só anunciaram as bandas na hora), foi aquele balde de água fria. Bossa nova, samba e maracatu formariam a trilha musical da noite. No final ainda haveria uma banda de rock. Mas eu não fiquei para ver. A falta de tato dos organizadores foi demais, o clima ficou pesado e eu perdi qualquer esperança de ver Jimmy Page tocando.
Restou vir para casa completamente decepcionado. Deve ser o preço por ter assistido AC/DC. Vendi minha alma e agora estou amaldiçoado musicalmente.
sábado, 28 de novembro de 2009
E se fez Rock...
Ontem foi um dia para ser lembrado. Paguei uma dívida que tinha comigo há 13 anos. Fui a São Paulo assistir ao show do AC/DC.
Tudo começou há 2 meses atrás quando anunciaram que seriam iniciadas as vendas de ingresso. Na ocasião eu ainda estava de férias fora do país e tive que contar com a ajuda do Yuri para garantir o meu. Foram necessários apenas dois SMS's:
Yuri: "Vão começar a vender os ingressos para o show do AC/DC amanhã. Já vou comprar o meu. Você quer?"
Bruno: "Yuri, pode comprar o meu não importa o preço."
E assim foi feito. Já no primeiro dia, o Yuri encarou uma grande fila aqui no Rio (para um show em São Paulo) e garantiu meu ingresso pela bagatela de R$300,00. Os outros amigos que decidiram comprar seus ingressos no dia seguinte ficaram sem. É isso mesmo, os 65 mil ingressos se esgotaram em um dia.
Com o ingresso na mão, era hora de conseguir a passagem. Decidimos que iríamos de avião no dia do show e voltaríamos para o Rio no dia seguinte no primeiro voo da ponte-aérea. As milhas acumuladas me pouparam um gasto adicional...
Pronto. Agora estava tudo preparado. Era apenas uma questão de tempo. E o tempo passou... até que raiou o dia 27 de Novembro.
Por conta de problemas climáticos em São Paulo, decidimos ir para o aeroporto mais cedo para tentar antecipar o voo. Por isso, encontrei o Yuri pontualmente às 15:30 na Cinelândia e de lá fomos a pé para o Santos Dumont. Para nosso azar, não foi possível voar antes e tivemos que ficar "fazendo hora" e torcendo para que o voo não atrasasse.
Durante a espera, ainda conseguimos comprar ingressos para o show do Jimmy Page na Lapa, mas isso é um parênteses que não quero fazer agora. E felizmente o voo não atrasou.
No saguão do aeroporto ainda encontramos mais dois caras que estavam indo para o show e rachamos o táxi em São Paulo até o Morumbi. Foi bom que um deles era paulista e conhecia o caminho, isso evitou que os cariocas tomassem aquela volta do taxista. Apenas ressaltar o caos que era São Paulo às 19:30 numa sexta feira debaixo de muita chuva.
Quando entramos no estádio, já estava rolando o show do Nasi. O som estava muito ruim e nós estávamos mais preocupados em arrumar um bom lugar para ver a banda australiana. De qualquer maneira, foi o show curto e de covers, que não vale muitos detalhes.
Pontualmente às 21:30, começa a passar uma animação nos telões. O show estava oficialmente começando. Depois de sincronizar o vídeo com as explosões, a banda entrou atacando de "Rock 'n roll train", música do disco novo Black Ice.

Em seguida, começou o desfile de clássicos: "Hell ain't a bad place to be" e "Back in Black". "Back in Black", um dos maiores riffs do rock. A partir daquele momento, minha dívida já estava paga.
O AC/DC é uma banda que poderia facilmente fazer um show de 3 a 4 horas pelo número de clássicos que possui. Como esse show teve apenas 2 horas (que passaram voando por sinal), é de se esperar que muitas músicas tenham ficado de fora.
De qualquer maneira, fomos agraciados com "Let there be rock", "Whole Lotta Rosie", "Shoot to Thrill", "Thunderstruck" (é possível ver o setlist completo aqui). Mas os pontos altos foram: T.N.T e The Jack (com o telão exibindo imagens das mulheres no show).
Apesar da banda ser composta por 5 membros, são Angus Young e Brian Johnson que roubam toda a cena. O restante faz uma ótima base para que os dois astros desfilem seu carisma.

Quando os canhões começaram a explodir em "For those about to rock (We salute you)", estava-se anunciando o fim do show. Depois daquela descarga elétrica, seria difícil voltar ao estado normal. 65 mil pessoas em estado êxtase.
Infelizmente ainda eram 23:30 e nosso voo só partiria às 7:10 do dia seguinte. Precisaríamos matar o tempo de alguma forma. Primeiro ligamos para um amigo, que depois de 20 minutos nos ligou desistindo de nos encontrar. Enquanto andávamos em busca de um táxi, decidimos ir para o Blackmore, uma casa de rock perto do aeroporto de Congonhas.
Chegamos lá e tivemos desconto na entrada porque apresentamos o ingresso do show. 3 bandas estranhas animariam a casa, destaque para o cover bem feito de Iron Maiden e para a banda de heavy metal que fechou a noite. Figuras bizarras no palco como uma anã gótica tocando teclado e um vocalista com cara de mendigo transformista. Valeu pelas boas gargalhadas e pelo tombo do Yuri na escada que resultou num tornozelo torcido.
Às 4, já com o Yuri dormindo sobre a mesa, decidimos ir para o aeroporto. Pegamos mais um táxi e chegamos rápido.
Na nossa chegada, a cena foi a mais estranha possível. Parecia cenário de um filme de destruição mundial. Centenas de pessoas vestidas de preto jogadas pelo chão dormindo por todos os cantos. Outras dentro dos carros de luxo expostos no saguão do aeroporto. Mais uma sessão de gargalhadas. Tiramos algumas fotos (que estão na máquina do Yuri ainda...). Tivemos que esperar uma hora até fazer o check-in.
Check-in feito, fomos para a sala de embarque esperar pelo voo. Cada um se jogou sobre bancos sem braços e dormimos por uma hora. Quando acordamos, fomos brindados pela melancólica cena da manhã chuvosa em São Paulo. Era o reflexo do nosso estado naquele momento.
Chamaram nosso voo pelos alto-falantes e lá nos metemos no Boeing da Gol. Foi sentar e apagar. Acordamos já no Rio e fomos correndo para casa, para poder se recuperar para o show do Jimmy Page durante a tarde. Mas isso já é uma outra história...
Tudo começou há 2 meses atrás quando anunciaram que seriam iniciadas as vendas de ingresso. Na ocasião eu ainda estava de férias fora do país e tive que contar com a ajuda do Yuri para garantir o meu. Foram necessários apenas dois SMS's:
Yuri: "Vão começar a vender os ingressos para o show do AC/DC amanhã. Já vou comprar o meu. Você quer?"
Bruno: "Yuri, pode comprar o meu não importa o preço."
E assim foi feito. Já no primeiro dia, o Yuri encarou uma grande fila aqui no Rio (para um show em São Paulo) e garantiu meu ingresso pela bagatela de R$300,00. Os outros amigos que decidiram comprar seus ingressos no dia seguinte ficaram sem. É isso mesmo, os 65 mil ingressos se esgotaram em um dia.
Com o ingresso na mão, era hora de conseguir a passagem. Decidimos que iríamos de avião no dia do show e voltaríamos para o Rio no dia seguinte no primeiro voo da ponte-aérea. As milhas acumuladas me pouparam um gasto adicional...
Pronto. Agora estava tudo preparado. Era apenas uma questão de tempo. E o tempo passou... até que raiou o dia 27 de Novembro.
Por conta de problemas climáticos em São Paulo, decidimos ir para o aeroporto mais cedo para tentar antecipar o voo. Por isso, encontrei o Yuri pontualmente às 15:30 na Cinelândia e de lá fomos a pé para o Santos Dumont. Para nosso azar, não foi possível voar antes e tivemos que ficar "fazendo hora" e torcendo para que o voo não atrasasse.
Durante a espera, ainda conseguimos comprar ingressos para o show do Jimmy Page na Lapa, mas isso é um parênteses que não quero fazer agora. E felizmente o voo não atrasou.
No saguão do aeroporto ainda encontramos mais dois caras que estavam indo para o show e rachamos o táxi em São Paulo até o Morumbi. Foi bom que um deles era paulista e conhecia o caminho, isso evitou que os cariocas tomassem aquela volta do taxista. Apenas ressaltar o caos que era São Paulo às 19:30 numa sexta feira debaixo de muita chuva.
Quando entramos no estádio, já estava rolando o show do Nasi. O som estava muito ruim e nós estávamos mais preocupados em arrumar um bom lugar para ver a banda australiana. De qualquer maneira, foi o show curto e de covers, que não vale muitos detalhes.
Pontualmente às 21:30, começa a passar uma animação nos telões. O show estava oficialmente começando. Depois de sincronizar o vídeo com as explosões, a banda entrou atacando de "Rock 'n roll train", música do disco novo Black Ice.
Em seguida, começou o desfile de clássicos: "Hell ain't a bad place to be" e "Back in Black". "Back in Black", um dos maiores riffs do rock. A partir daquele momento, minha dívida já estava paga.
O AC/DC é uma banda que poderia facilmente fazer um show de 3 a 4 horas pelo número de clássicos que possui. Como esse show teve apenas 2 horas (que passaram voando por sinal), é de se esperar que muitas músicas tenham ficado de fora.
De qualquer maneira, fomos agraciados com "Let there be rock", "Whole Lotta Rosie", "Shoot to Thrill", "Thunderstruck" (é possível ver o setlist completo aqui). Mas os pontos altos foram: T.N.T e The Jack (com o telão exibindo imagens das mulheres no show).
Apesar da banda ser composta por 5 membros, são Angus Young e Brian Johnson que roubam toda a cena. O restante faz uma ótima base para que os dois astros desfilem seu carisma.
Quando os canhões começaram a explodir em "For those about to rock (We salute you)", estava-se anunciando o fim do show. Depois daquela descarga elétrica, seria difícil voltar ao estado normal. 65 mil pessoas em estado êxtase.
Infelizmente ainda eram 23:30 e nosso voo só partiria às 7:10 do dia seguinte. Precisaríamos matar o tempo de alguma forma. Primeiro ligamos para um amigo, que depois de 20 minutos nos ligou desistindo de nos encontrar. Enquanto andávamos em busca de um táxi, decidimos ir para o Blackmore, uma casa de rock perto do aeroporto de Congonhas.
Chegamos lá e tivemos desconto na entrada porque apresentamos o ingresso do show. 3 bandas estranhas animariam a casa, destaque para o cover bem feito de Iron Maiden e para a banda de heavy metal que fechou a noite. Figuras bizarras no palco como uma anã gótica tocando teclado e um vocalista com cara de mendigo transformista. Valeu pelas boas gargalhadas e pelo tombo do Yuri na escada que resultou num tornozelo torcido.
Às 4, já com o Yuri dormindo sobre a mesa, decidimos ir para o aeroporto. Pegamos mais um táxi e chegamos rápido.
Na nossa chegada, a cena foi a mais estranha possível. Parecia cenário de um filme de destruição mundial. Centenas de pessoas vestidas de preto jogadas pelo chão dormindo por todos os cantos. Outras dentro dos carros de luxo expostos no saguão do aeroporto. Mais uma sessão de gargalhadas. Tiramos algumas fotos (que estão na máquina do Yuri ainda...). Tivemos que esperar uma hora até fazer o check-in.
Check-in feito, fomos para a sala de embarque esperar pelo voo. Cada um se jogou sobre bancos sem braços e dormimos por uma hora. Quando acordamos, fomos brindados pela melancólica cena da manhã chuvosa em São Paulo. Era o reflexo do nosso estado naquele momento.
Chamaram nosso voo pelos alto-falantes e lá nos metemos no Boeing da Gol. Foi sentar e apagar. Acordamos já no Rio e fomos correndo para casa, para poder se recuperar para o show do Jimmy Page durante a tarde. Mas isso já é uma outra história...
Quebrando a Corrente
Estou devendo postar mais da metade das histórias das férias, mas precisei quebrar a sequência sobre a viagem por causa dos shows que estão acontecendo essa semana.
Quem sabe eu não me anime e termine tudo de uma vez só...
Quem sabe eu não me anime e termine tudo de uma vez só...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
On a Highway to Hell and on a Stairway to Heaven
6a feira estarei em São Paulo para assistir ao show do AC/DC. No sábado, já de volta ao Rio, assistirei a uma apresentação do Jimmy Page na Escola Britânica.
Ainda devo ir ao Rio Rock e Blues Club na Lapa para mais um showzinho de Page (também no sábado).
Do inferno ao céu em 24 horas...
Ainda devo ir ao Rio Rock e Blues Club na Lapa para mais um showzinho de Page (também no sábado).
Do inferno ao céu em 24 horas...
domingo, 15 de novembro de 2009
Versailles
Para chegar a Versailles, toma-se um trem em Paris que leva cerca de 40 minutos no percurso. Não precisa nem dizer que só tem turista nas composições, mas isso faz parte de quem quer conhecer a região de Paris e seus arredores.
Nossa visita resumiu-se ao castelo e sua área.

O Castelo

Os Jardins

A Princesa

O Salão dos Espelhos
Nossa visita resumiu-se ao castelo e sua área.




En Retard
Fiquei muito tempo sem atualizar o blog. Queria detalhar bem a viagem, mas como não fiz quando estava tudo fresco na memória, agora vai ficar muito difícil.
Vou me limitar a colocar as fotos com poucas considerações...
Vou me limitar a colocar as fotos com poucas considerações...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Louvre
Como demos de cara com as portas do Louvre na 2a, resolvemos voltar para visitá-lo no dia seguinte.
O Louvre é aquilo: um museu gigante com várias obras-primas, mas que para um leigo como eu, só os clássicos chamam a atenção, ou seja, coisas como a Mona Lisa e Vênus de Milo. O resto é andar para caramba, passando batido pela maioria das peças :-)

La Gioconda
De qualquer maneira, é visita obrigatória na Cidade Luz.
O Louvre é aquilo: um museu gigante com várias obras-primas, mas que para um leigo como eu, só os clássicos chamam a atenção, ou seja, coisas como a Mona Lisa e Vênus de Milo. O resto é andar para caramba, passando batido pela maioria das peças :-)
De qualquer maneira, é visita obrigatória na Cidade Luz.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Pisando em Solo Sagrado
Da última vez que estive em Paris, não fiz algumas coisas. Uma delas foi visitar Roland Garros. Desta vez, era uma das coisas que eu precisava fazer.
Sou fanático por esporte, e alguns lugares fazem parte do meu imaginário. Camp Nou, Estádio da Luz, La Bombonera, eu já havia visitado. Agora era a vez de Rolanga.
Chegar lá não é tão fácil. Além de ficar afastado do centro da cidade, não existe estação de metrô muito perto.
Fora das duas semanas do Grand Slam, não há torneios, tão pouco jogos. Nos restava visitar o complexo e o museu.
Na hora em que chegamos, haveria uma visita guiada em uma hora e meia. Resolvemos entrar no museu. Fiquei bem decepcionado, já que não há nada extraordinário. Apenas histórias dos primórdios do torneio. Poucos artigos dos jogadores e informações sobre a era moderna do torneio.
Já a visita é bem legal. Passamos por todos os bastidodes, salas de imprensa, pelos vestiários, entramos na quadra central... Vejam pelas fotos:






Pisando em solo sagrado
Ficou aquela sensação de que a visita não foi completa. Deixo a promessa de um dia ir assistir o torneio.
Sou fanático por esporte, e alguns lugares fazem parte do meu imaginário. Camp Nou, Estádio da Luz, La Bombonera, eu já havia visitado. Agora era a vez de Rolanga.
Chegar lá não é tão fácil. Além de ficar afastado do centro da cidade, não existe estação de metrô muito perto.
Fora das duas semanas do Grand Slam, não há torneios, tão pouco jogos. Nos restava visitar o complexo e o museu.
Na hora em que chegamos, haveria uma visita guiada em uma hora e meia. Resolvemos entrar no museu. Fiquei bem decepcionado, já que não há nada extraordinário. Apenas histórias dos primórdios do torneio. Poucos artigos dos jogadores e informações sobre a era moderna do torneio.
Já a visita é bem legal. Passamos por todos os bastidodes, salas de imprensa, pelos vestiários, entramos na quadra central... Vejam pelas fotos:






Ficou aquela sensação de que a visita não foi completa. Deixo a promessa de um dia ir assistir o torneio.
Resultado do Atleta
Este final de semana me superei. Depois de 3 semanas sem treinar por conta das viagens, fui correr a etapa da Primavera da Corrida das Estações. Já tinha me inscrito há muito tempo e sabia que haveria pouco tempo para treinar, mas fazer o quê?
Foram 10km muito bem corridos como podem ver pelo resultado abaixo:

Pois é, pela primeira vez conseguir correr abaixo dos 50 minutos. Para ser sincero, esse era meu maior objetivo na corrida. Agora que consegui, vou tentar correr a meia maratona abaixo de 2 horas. Mas isso, só ano que vem porque o calendário deste ano só tem provas de 10km.
Foram 10km muito bem corridos como podem ver pelo resultado abaixo:
Pois é, pela primeira vez conseguir correr abaixo dos 50 minutos. Para ser sincero, esse era meu maior objetivo na corrida. Agora que consegui, vou tentar correr a meia maratona abaixo de 2 horas. Mas isso, só ano que vem porque o calendário deste ano só tem provas de 10km.
domingo, 4 de outubro de 2009
Le Premier Bonheur de la Voyage
Paris não era novidade para mim, mas poder ver a cidade com outra cabeça e, principalmente, com outra companhia seria uma idéia interessante. Logicamente não conseguiria fugir das visitas obrigatórias a Notre Dame, ao Louvre, à Torre Eiffel e aos Arcos do Triunfo, mas ainda assim havia toda uma cidade para ser explorada novamente.
Sem muito destino, saímos do nosso hotel na Bastilha e fomos andando em direção a Notre Dame. O dia não estava muito bonito, chegando a chover por alguns momentos.

Descansando no caminho
Tínhamos planejado subir até o topo da igreja, mas a fila nos desencorajou. Optamos por uma visita a seu interior apenas.

Notre Dame
Em seguida partimos para o Louvre. Tudo muito calmo quando chegamos. Era para se desconfiar. Comemos nossa baguete e tentamos entrar. Era 2a feira. Estava fechado.

O Louvre fica localizado no final da Champs Élysées. Optamos por subi-la, passando pela praça Concorde, até os Arcos do Triunfo e em seguida seguir para a Torre Eiffel. No meio do caminho, compramos o GPS, personagem fundamental na 2a parte desta viagem.
Abaixo seguem mais algumas fotos do que visitamos nesse dia:

Vista da Champs Élysées de cima dos Arcos do Triunfo


Sem muito destino, saímos do nosso hotel na Bastilha e fomos andando em direção a Notre Dame. O dia não estava muito bonito, chegando a chover por alguns momentos.

Tínhamos planejado subir até o topo da igreja, mas a fila nos desencorajou. Optamos por uma visita a seu interior apenas.

Em seguida partimos para o Louvre. Tudo muito calmo quando chegamos. Era para se desconfiar. Comemos nossa baguete e tentamos entrar. Era 2a feira. Estava fechado.

O Louvre fica localizado no final da Champs Élysées. Optamos por subi-la, passando pela praça Concorde, até os Arcos do Triunfo e em seguida seguir para a Torre Eiffel. No meio do caminho, compramos o GPS, personagem fundamental na 2a parte desta viagem.
Abaixo seguem mais algumas fotos do que visitamos nesse dia:



Apertem os Cintos
A pior parte das longas viagens, sem dúvida alguma, é o voo. Municiado do meu inseparável Ipod e de dois livros, embarquei no avião da Air France para uma jornada de mais de 10 horas, do Rio a Paris.
No ato da compra do meu bilhete, ocorreu algum erro e não consegui marcar meu assento. Para meu azar, o voo estava lotado e eu não consegui sentar nem na janela e tão pouco no corredor, me sobrou o pavoroso assento do meio. Mas como Murphy adora aplicar peças, isso não foi suficiente.
Do meu lado esquerdo foi um cara que parecia perturbado mentalmente, que não conseguia ficar quieto, que queria levantar o tempo todo e que estava atento a tudo que acontecia no avião. Do meu lado direito estava um alemão que passou a viagem inteira tossindo e tomando remédios. Resultado: dormi muito pouco e cheguei em Paris, na 2a feira de manhã, com a garganta inflamando.
No final do dia, a gripe já tinha me tomado completamente, estava com muita dor de garganta, febre e dor no corpo. Mas como ainda era o primeiro dia da viagem, o espírito aventureiro me deu força e consegui acompanhar a Bruna durante todo o dia. Para ajudar, encontrei própolis numa farmácia e, por módicos 9,90 euros, usei como aliado no combate da gripe que me acompanharia nos próximos 3 dias.
No ato da compra do meu bilhete, ocorreu algum erro e não consegui marcar meu assento. Para meu azar, o voo estava lotado e eu não consegui sentar nem na janela e tão pouco no corredor, me sobrou o pavoroso assento do meio. Mas como Murphy adora aplicar peças, isso não foi suficiente.
Do meu lado esquerdo foi um cara que parecia perturbado mentalmente, que não conseguia ficar quieto, que queria levantar o tempo todo e que estava atento a tudo que acontecia no avião. Do meu lado direito estava um alemão que passou a viagem inteira tossindo e tomando remédios. Resultado: dormi muito pouco e cheguei em Paris, na 2a feira de manhã, com a garganta inflamando.
No final do dia, a gripe já tinha me tomado completamente, estava com muita dor de garganta, febre e dor no corpo. Mas como ainda era o primeiro dia da viagem, o espírito aventureiro me deu força e consegui acompanhar a Bruna durante todo o dia. Para ajudar, encontrei própolis numa farmácia e, por módicos 9,90 euros, usei como aliado no combate da gripe que me acompanharia nos próximos 3 dias.
Botando o blog em dia
Estou preso no Charles de Gaule. O avião está com problemas técnicos e o voo atrasou mais de duas horas.
Como consegui uma conexão de internet, vou aproveitar para escrever um pouco mais.
Como consegui uma conexão de internet, vou aproveitar para escrever um pouco mais.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Barrado
Minha idéia era aproveitar esta semana para atualizar o blog com os relatos da viagem. Só que o hotel em que estou na Alemanha barra meu acesso ao blogspot. Apenas libera meu acesso à página de edição (e aqui estou). Como eu quero colocar fotos, preciso ver como fica a diagramação final direto no blogspot. Sem acesso, não tenho como fazer esses acertos. Por isso, os posts da viagem (com foto) vão ficar para o Rio.
domingo, 27 de setembro de 2009
Viajar é Preciso
Pois é, entrei de férias, empacotei minhas coisas e me mandei para a França. Por que a França se meu país favorito na Europa é a Espanha? Talvez porque a Bruna sugeriu conhecer o sul do país com suas praias e seus castelos, talvez porque esteja estudando francês e precisasse de um motivo para justificar o estudo, talvez as duas coisas. O fato é que escolhemos a França e nos últimos 15 dias, depois de uma estadia em Paris, passamos pulando de cidade em cidade até finalmente nos separarmos, a Bruna voltando para o Brasil e eu ir para a Alemanha.
Os planos no início seriam nos encontrarmos em Paris no dia 14, ficar na capital francesa até o dia 18 e partir para Marseille onde dormiríamos uma noite e alugaríamos um carro. No dia seguinte, partiríamos para Arles e depois ficaríamos sem destino, com um carro, um GPS e o objetivo de estar em Nice no dia 27.
E assim foi feito...
Os planos no início seriam nos encontrarmos em Paris no dia 14, ficar na capital francesa até o dia 18 e partir para Marseille onde dormiríamos uma noite e alugaríamos um carro. No dia seguinte, partiríamos para Arles e depois ficaríamos sem destino, com um carro, um GPS e o objetivo de estar em Nice no dia 27.
E assim foi feito...
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