sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Correria

Vida nova, tudo caminhando para a perfeição, mas por vezes a correria bate à porta: Manaus, São Paulo e Buenos Aires em 1 semana. Ahhh... vai dar tempo de passar uma noite em casa.

Depois eu conto como foi...

Post que faltou

Era para escrever alguma coisa sobre o show do Queen + Paul Rodgers. Me enrolei e não escrevi nada. Fica aqui um breve comentário: um show sensacional de duas horas e meia que passou voando e valeu a pena! A emoção comeu solta.

Uma nova fase

Não foi fácil. Nunca pensei que fosse. Mas no final deu tudo certo. Depois de 9 anos, muita batalha, muito obstáculo e muito suor, cheguei lá.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A Rainha está de volta?

Paira no ar uma desconfiança muito grande em relação ao show do próximo sábado: Queen + Paul Rodgers. Sou fã dos dois, tanto da banda, como do vocalista e seus ex-grupos (Free e Bad Company). Estou ansioso para conferir. Antes de anunciarem que haveria uma apresentação no Rio, estava me preparando para ir sozinho para Sampa assisti-los.

Mercenários? Saudosistas? Oportunistas? Não sei. "Ahh!!! Mas sem o Freddy Mercury não é a mesma coisa". Na verdade não estou nem aí. Dr. Brian May já vale o ingresso. Sem contar o próprio Paul Rodgers.

Estarei lá, na área vip, colado no palco, acredito eu que babando e emocionado com o bom e velho rock 'n roll. Não pude vê-los no Rock in Rio por causa da pouca idade, mas agora não vai ter jeito.

Quem viver, verá... God Save the Queen!!!

domingo, 9 de novembro de 2008

Minha alma canta...


Quem é que tem uma paisagem dessa no caminho do trabalho? Por isso que o carioca é mais feliz...

domingo, 2 de novembro de 2008

Resultado do Atleta

Corrida das Estações Adidas - Primavera 5Km

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Desconstruindo

Nunca pensei que gastaria um post com a Cláudia Leitte, muito menos dois, mas preciso complementar o anterior para desafogar o que está entalado na minha garganta.

Para começar, por que Cláudia LeiTTe? Tem coisa mais paraíba do que isso? É o fim da picada. Isso já provoca uma ira muito grande em mim. Mas tem mais...

Essa cantora de axé é uma falsa bahiana. Isso mesmo. É tudo tipo. Ela é de Niterói mas adotou a Bahia por conta dos $$$. Tem sotaque e até já arranjou uma Vó Nizuca que faz quiabada.

É o fim da linha mesmo. Ou o fim da linha seria eu gastando posts com isso? Sei lá. Tudo bem, prometo que não volto mais ao assunto.

Para começar bem uma 6a feira

Estava eu hoje de manhã na minha rotina diária de tomar o metrô para ir trabalhar. Como de praxe, peguei o jornal que é distribuído gratuitamente para os passageiros. Logo na capa me deparo com a seguinte manchete: "Diversão: Confira a entrevista exclusiva com a musa Cláudia Leitte". Uau... essa eu não poderia perder, foi o que eu pensei instantanemente.

Folheei a publicação lendo interessado os cadernos de economia e esportes até que cheguei à parte de cultura. E lá estava a tal entrevista. Como queria ir direto ao ponto, pulei todo o texto e fui logo para o quadro "Jogo Rápido".

Faço questão de transcrever o conteúdo completo do que lá estava.

Amor: Tudo
Animal: Cachorro
Comida: A quiabada da minha vó Nizuca
Defeito: Sinceridade
Roupa: Confortável
Filme: Tiros em Columbine
Livro: Do fundo dos seus olhos, Dean Koontz
Time: Esporte Clube
Hobby: Nadar

Pronto!!! O que eu poderia querer mais? Nada como começar uma 6a feira dessa forma. Daí para frente a coisa só pode melhorar. :-)

domingo, 26 de outubro de 2008

O Culto


Amor de Aeroporto

E lá iam eles novamente pegar mais um avião. Poderia ser uma viagem de férias, um passeio, mas era só a velha rotina. Aeroporto e cada um para seu canto, cada um no seu vôo, e nenhum dos dois para seu destino...

Entardecer


Fim de tarde, sol caindo atrás do Morro Dois Irmãos. A brisa vinda do mar refresca quem ainda está na praia. Na mão, um copo de mate com um dedinho de suco de limão saídos diretamente do tonel do vendedor na areia.

Todo mundo merece um entardecer na praia do Leblon...

Vergonha

Aproveitando o assunto, gostaria de lembrar mais um papelão do presidente deste país. Indo contra a ética e a moralidade, Vossa Excelência resolveu apoiar o candidato do subúrbio, o candidato dos esquemas, o candidato da "situação". Tudo por conta da dita política.

Os partidos de esquerda do Rio acompanharam o presidente pelo simples fato de que, caso houvesse uma mudança, não haveria distribuição de cargos a aliados. Loteamento do poder público não teria vez aqui.

Por isso, às favas com o idealismo. Ou seria idealismo do eu e os meus primeiro? Cada vez mais perco esperança em qualquer tipo de mudança neste país.

Derrota

O Rio sempre esteve à frente do resto do país em vários aspectos. Na política não é diferente. Já elegemos o Lula na 1a eleição, já o rejeitamos na 2a (mesmo ele sendo eleito), caçamos alguns políticos... Dessa vez foi por pouco. O 1o turno mostrou um resultado promissor, uma virada espetacular trouxe um ar de renovação de volta aos cariocas.

Ao contrário de São Paulo, onde, apesar de toda vanguarda que os paulistanos acreditam haver lá, tínhamos os candidatos de sempre. Ao contrário de Manaus, na mesma situação, e assim por diante, no Rio surgiu um sopro de esperança. Era a chance de trazer um pouco de moralidade de volta à política brasileira. A campanha já mostrou isso. Os intelectuais, os artistas, os com algum esclarecimento político... todos apostaram juntos. Mas vencer a ignorância generalizada que existe nesse país não é fácil. E dessa forma perdemos a chance de fazer mais uma vez história. Da zona sul ao subúrbio, perdemos todos. Perdeu a política, perdeu a moralidade. Perdeu o Rio.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Conto Inacabado

E assim terminava mais um dia de trabalho. É verdade que já era tarde, mas só naquele momento ele desligou o computador. Se despediu dos colegas que ainda estavam lá, colocou a mochila nas costas e sumiu pela porta. Estava indo para casa. Apesar disso, não havia muito o que comemorar, afinal a semana não havia acabado, ainda estava em seu uniforme yuppie e ela, longe, demoraria a chegar.

Por causa do avançar da hora, os corredores estavam vazios. O elevador que geralmente demorava para chegar, dessa vez abriu as portas assim que foi chamado. Sem vacilar, tomou aquela cinzenta célula vazia. Apertou o "T" e esperou.

Para sua surpresa, a viagem foi mais rápida que de costume. Num determinado momento, sentiu que caía em queda livre. Só um susto. Instantes depois, o elevador já se encontrava parado e assim a porta se abriu. Só que ao contrário do que acontecia sempre, não viu a recepção... era tudo diferente. Onde estava? Parecia uma caverna. Ficou com a impressão que o térreo, seu destino, tivesse ficado muito mais para cima.

À sua direita escuridão, à esquerda luz de fogo e barulho de comemoração. Apesar da inusitada situação, não titubeou e nem teve dúvida em qual direção seguir. Firmemente foi para a esquerda. Conforme andava e descobria esse novo mundo, via baratas enormes do tamanho de humanos peramblando sem direção. Elas não pareciam interessadas nele e tão pouco ele nelas, por isso continuou seu caminho.

Conforme caminhava em direção ao fogo, os corredores iam se alargando. Andava sempre em direção ao fogo, sem pestanejar. Começava a distingüir pessoas mais à frente. Havia entre elas uma que se destacava, estava mais alto que o restante. Ao aproximar-se mais da multidão, as coisas começavam a ficar mais nítidas. Um negro com cabelo black power e uma fita na cabeçca, usando roupas coloridas e empunhando uma guitarra era o centro daquilo tudo. Não podia acreditar! Era Jimi Hendrix tocando sobre um caldeirão fervilhante.

Nesse momento não lhe restava outra opção a não se juntar à turma e curtir o som. Em pouco tempo se tornou mais um na multidão. Pessoas iam e vinham e o rock comia solto. Que lugar louco pensou com um sorriso no rosto.

Então notou uma figura estranha se aproximando. Debaixo daquele chapéu, se escondia um rosto estranho, em que apenas podia perceber o nariz fino e um pequeno cavanhaque. A figura chegou mais perto, apertou sua mão e disse: "Prazer em te conhecer, espero que adivinhe meu nome".

Aquele persoagem, da mesma forma que chegou, foi embora. Sumiu entre todos. Sozinho novamente, voltou-se para o palco. Foi quando ele, num breve momento de lucidez, percebeu que aquilo não era natural. Eestava morto! E aquilo era o inferno! Engraçado, era exatamente como ele sempre havia imaginado. Um lugar aconchegante, com gente alegre e com o rock ´n roll comendo solto. Nesse instante, ele agradeceu por todos os pecados que o levaram até lá. E relaxou...

Apenas voltou a si quando ouviu a voz do porteiro dizendo: "Boa noite, senhor". A porta principal do prédio se abriu e ele saiu para encarar a fria chuva que castigava a cidade há dias.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sympathy for the devil

Há até pouco tempo, esse nome me remetia apenas à famosa música dos Stones. Depois desta semana, vai me lembrar de algumas coisas a mais. Fui assistir a um documentário de Jean-Luc Godard, que até então eu só conhecia por causa de Eduardo e Mônica, sobre a gravação desse clássico stoniano, do disco Beggar´s Banquet, do ano de 1968.

O filme é bem estranho. Além de mostrar o processo de gravação da música, retrata o movimento dos Panteras Negras e a contra-cultura americana, sem contar a narração de trechos de livros que eu não tenho idéia de quais sejam. O problema que esses fatos não têm nenhuma relação com a música, inspirada num livro russo do início do século XX, chamado O Mestre e a Margarida, muito louco por sinal.

Musicalmente o filme é bom e mostra alguns aspectos que a maioria dos fãs não conhecia. A primeira versão tocada no estúdio é mais próxima do estilo de Bob Dylan, Brian Jones, já em final de carreira, pouco contribui com a composição, Keith Richards compõe a linha de baixo e Charlie Watts, baterista da banda, atrapalha mais do que ajuda. Por vezes, percebe-se a irritação da banda com seus erros. O mesmo baterista, ao gravar os backing vocals da música, mostra um tédio fora do comum.

O resultado final é um filme com altos e baixos, mas muito rico musicalmente. Para quem tiver a oportunidade e gosta de música, é um filme estranho...

Abundância

Uma das melhores coisas de se estar de volta ao Rio é ter inúmeras opções de entretenimento e poder escolher entre elas. Infelizmente em Manaus é justamente o oposto. Não há esse leque de opções. Seja de música, cinema ou qualquer outra coisa.

Não sei se estou exagerando ou apenas tentando fazer o tempo passar mais rápido, mas o fato é que tenho aproveitado bastante esse ponto positivo daqui. Desde que cheguei, já fui a show de rock, blues e até de samba. Cinema nem se fala. Voltei a assistir todos os filmes que eu queria ver e não podia porque simplesmente não são exibidos em Manaus. Para provar que não estou mentindo, procurem por: Os Desafinados, Trovão tropical, A culpa é de Fidel e Sympathy for de Devil em algum cinema da capital amazonense. Ahhh... essa semana ainda vou assistir a Linha de Passe do Walter Salles.

Devo admitir que nem todos são blockbusters, alguns inclusive são bem estranhos, mas é disso que eu gosto e é isso que tenho em abundância aqui.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Snowboarder








Bariloche

Fantástico. Não há outra palavra para se descrever esse portal de entrada da Patagônia. Há muito se ouve falar da cidade, mas seu aspecto puramente turístico me fazia ficar reticente. Filas, multidões, confusão... sim, tem tudo isso, mas vale a pena.

Lugar de beleza rara, com o lago Nahuel Huapi e suas cores mutantes (do transparente ao esmeralda, passando pelo turquesa conforme o sol vai girando no céu) aos seus pés e cercada pelos "cerros" de cumes brancos, o cenário é um dos mais belos do mundo.


Atrações não faltam. As clássicas estações de esqui, o circuito dos lagos, as fábricas de chocolates, as cidades vizinhas compõem um roteiro imperdível.

Opções de hospedagem borbulham por toda região. Deixamos para fazer as reservas em cima da hora (1 mês antes) e não encontramos lugares disponíveis perto do centro cívico. Ficamos um pouco afastados mas bem acomodados nos Bangalôs Rauelo, onde Heloísa e Raul, dois simpáticos velhinhos, nos trataram como se fôssemos de casa.

O ponto fraco do local é o transporte para o Cerro Catedral. No nosso caso, foi preciso pegar dois ônibus para chegar até a mais famosa estação de esqui de Bariloche, e o segundo passa tão lotado que nos forçou a pedir carona (no segundo dia fomos de táxi).

O lago é rodeado de cidades menores. Alugamos um carro e fomos a Villa La Angostura num dia. No outro, quando iríamos conhecer outros "cerros", a neve nos impediu de sair da cidade. O pouco que tentamos, derrapamos tanto que em certo ponto, onde já havia carros fora da pista, precisamos da ajuda da polícia para fazer a volta e rumar para a cabana novamente.

No fim, foi uma semana para ficar na mente por muito tempo. Vou tentar passar algumas dessas sensações com as fotos abaixo.







Um raro registro de um condor feito pela Bruna


























Mais uma crise aérea

Todos nos fizeram essa pergunta. Sim, pegamos a crise aérea na Argentina. Estávamos no Aeroparque quando tudo explodiu. O que nos restou foi ter paciência e contar com a sorte para chegar em Bariloche. E foi isso que aconteceu. Nosso vôo sofreu um atraso de 7 horas. Parece ruim, mas poderia ser pior. Os vôos que sairiam imediatamente antes e depois do nosso (15 minutos de diferença) simplesmente não decolaram.

Bom humor e paciência na espera