sexta-feira, 16 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Boca livre
Na 3a passada fui chique. Na verdade nem tanto. Estava entre pessoas chiques. Pensando bem, estava num ambiente chique. Fui convidado para o lançamento do projeto do Manaus Plaza Shopping, um dos mais novos empreendimentos de Manaus e que é gerenciado pela minha amiga Camila.
Bom, preciso ser sincero. Não fui convidado. Pedi um convite e ela me deu. Ou seja, eu era um penetra convidado. Afinal de contas, a festa era para pessoas importantes, influentes e formadoras de opinião. Humm... deve ser isso. Com esse meu blog eu sou um tremendo formador de opinião. Balela, ela pediu, caso fosse perguntato, que não dissesse que ela havia me dado o convite. Acho que a versão de penetra convidado realmente se encaixa melhor...
Como eu provavelmente não conheceria ninguém na festa além da organizadora, levei um amigo, o Rafael, mais conhecido como Piscina. Chegamos no local e fomos tratados como pessoas importantes. Estacionaram nosso carro, nos receberam na porta, aquela cerimônia toda.
Já lá dentro, percebemos que a noite seria farta de boa comida e boa bebida. Me senti no programa do Amaury Júnior. Flashes, pessoas com roupas estranhas, opss... desculpem-me, chiques, repórteres, entrevistas. A única pessoa importante que identifiquei foi o prefeito.
A mesa das comidas só foi liberada depois do discurso das autoridades e do ótimo vídeo exibido sobre o Amazonas. O vídeo é tão bem feito que poderia ser utilizado em qualquer campanha de marketing do estado. Enquanto isso um moleque gordinho atacou os mousses da mesa de doces. O gordinho saí com um pote cheio e voltava com ele vazio, só para trocar por um outro cheio. Fiquei impressionado. Quase que ele comeu mais que eu. :-)
Mas o resumo da histório foi esse: eu e o Piscina não fechamos nenhum negócio, comemos bem, eu devorei uns 15 mousses e o Piscina deve ter enxugado uma garrafa de espumante. Fiquei feliz porque apesar de toda aqueles caboclos querendo ser ingleses presentes, a Camila conseguiu me dar bastante atenção e conversamos, como não fazíamos há tempos.
Ficaram faltando as fotos que a Camila tá me devendo. Agora é aguardar a festa de inauguração do shopping.
Bom, preciso ser sincero. Não fui convidado. Pedi um convite e ela me deu. Ou seja, eu era um penetra convidado. Afinal de contas, a festa era para pessoas importantes, influentes e formadoras de opinião. Humm... deve ser isso. Com esse meu blog eu sou um tremendo formador de opinião. Balela, ela pediu, caso fosse perguntato, que não dissesse que ela havia me dado o convite. Acho que a versão de penetra convidado realmente se encaixa melhor...
Como eu provavelmente não conheceria ninguém na festa além da organizadora, levei um amigo, o Rafael, mais conhecido como Piscina. Chegamos no local e fomos tratados como pessoas importantes. Estacionaram nosso carro, nos receberam na porta, aquela cerimônia toda.
Já lá dentro, percebemos que a noite seria farta de boa comida e boa bebida. Me senti no programa do Amaury Júnior. Flashes, pessoas com roupas estranhas, opss... desculpem-me, chiques, repórteres, entrevistas. A única pessoa importante que identifiquei foi o prefeito.
A mesa das comidas só foi liberada depois do discurso das autoridades e do ótimo vídeo exibido sobre o Amazonas. O vídeo é tão bem feito que poderia ser utilizado em qualquer campanha de marketing do estado. Enquanto isso um moleque gordinho atacou os mousses da mesa de doces. O gordinho saí com um pote cheio e voltava com ele vazio, só para trocar por um outro cheio. Fiquei impressionado. Quase que ele comeu mais que eu. :-)
Mas o resumo da histório foi esse: eu e o Piscina não fechamos nenhum negócio, comemos bem, eu devorei uns 15 mousses e o Piscina deve ter enxugado uma garrafa de espumante. Fiquei feliz porque apesar de toda aqueles caboclos querendo ser ingleses presentes, a Camila conseguiu me dar bastante atenção e conversamos, como não fazíamos há tempos.
Ficaram faltando as fotos que a Camila tá me devendo. Agora é aguardar a festa de inauguração do shopping.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Um pequeno desabafo
A idéia desse blog nasceu com a necessidade de mandar notícias minhas para meus amigos e familiares no Rio, Portugal, Alemanha e em qualquer outro canto do mundo onde houvesse internet. Falava sobre minha vida, soltava idéias que vinham na minha cabeça, colocava letras de músicas e poemas que tivessem algum sentido naquele meu momento.
De uns tempos para cá, ele vem mudando um pouco. Nada mais natural para alguma coisa tão dinâmica. Comecei a escrever ensaios, fábulas, fazer críticas políticas e sociais, entre outras coisas.
É verdade que tomei gosto por escrever. Gostaria de escrever música, mas como não consigo e não tenho talento, tento deixar a criatividade fluir através dos textos. Gosto de escolher cada palavra cuidadosamente. Escrevo, corrijo, mudo, reescrevo e o texto vai se construindo.
Ultimamente tenho priorizado algumas outras coisas e não tem sobrado muito tempo para atualizar o seu conteúdo. De vez em quando sinto falta e uma necessidade muito grande de escrever. É quando arrumo tempo e tiro algumas idéias da mente.
Com a queda da freqüência de postagens, tento substituir a falta de textos meus, lendo textos dos meus amigos. Amigos estes que andam bem mais preguiçosos (ou seria sem inspiração) que eu. Quando abro os blogs deles e vejo que há novidades, é um prazer ler e comentar, mas quando percebo que não tem nada novo, acabo eu mesmo atualizando este aqui.
Hoje, por acaso, fiquei feliz porque encontrei farto conteúdo em alguns deles. Isso me deu vontade de escrever. Como não queria escrever nada muito sério, profundo ou difícil, resolvi deixar esse breve desabafo. Agora posso dormir em paz :-)
De uns tempos para cá, ele vem mudando um pouco. Nada mais natural para alguma coisa tão dinâmica. Comecei a escrever ensaios, fábulas, fazer críticas políticas e sociais, entre outras coisas.
É verdade que tomei gosto por escrever. Gostaria de escrever música, mas como não consigo e não tenho talento, tento deixar a criatividade fluir através dos textos. Gosto de escolher cada palavra cuidadosamente. Escrevo, corrijo, mudo, reescrevo e o texto vai se construindo.
Ultimamente tenho priorizado algumas outras coisas e não tem sobrado muito tempo para atualizar o seu conteúdo. De vez em quando sinto falta e uma necessidade muito grande de escrever. É quando arrumo tempo e tiro algumas idéias da mente.
Com a queda da freqüência de postagens, tento substituir a falta de textos meus, lendo textos dos meus amigos. Amigos estes que andam bem mais preguiçosos (ou seria sem inspiração) que eu. Quando abro os blogs deles e vejo que há novidades, é um prazer ler e comentar, mas quando percebo que não tem nada novo, acabo eu mesmo atualizando este aqui.
Hoje, por acaso, fiquei feliz porque encontrei farto conteúdo em alguns deles. Isso me deu vontade de escrever. Como não queria escrever nada muito sério, profundo ou difícil, resolvi deixar esse breve desabafo. Agora posso dormir em paz :-)
domingo, 11 de maio de 2008
Domingão
Mais um domingo daqueles. Sozinho, a preguiça toma conta de mim. Ligo para minha mãe, a saudade bateu mais forte hoje. Depois de almoçar, me deito na cama para assistir meu time na TV. Deveria ter dormido.
Cheio de afazeres doméstico: lavar a louça, abrir a roupa que está na máquina desde ontem, descer com o lixo, consertar o chuveiro, fazer compras. Afff... preguiça. Não sei por onde começar. Acho que vou jogar tênis. Quem sabe depois eu não tome coragem e dê um jeito nisso tudo.
E o pior de tudo, amanhã é segunda.
Cheio de afazeres doméstico: lavar a louça, abrir a roupa que está na máquina desde ontem, descer com o lixo, consertar o chuveiro, fazer compras. Afff... preguiça. Não sei por onde começar. Acho que vou jogar tênis. Quem sabe depois eu não tome coragem e dê um jeito nisso tudo.
E o pior de tudo, amanhã é segunda.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Mais uma de saudade
Já tinha passado por isso antes, a sensação é a mesma... não não, dessa vez está sendo pior. Pensei que não aconteceria de novo, mas está, e de uma maneira arrebatadora.
Uma mudança na rotina sempre faz bem, mas agora está tendo efeito inverso. Não durmo, não como, minha cabeça dói, meu estômago reclama. A cama parece que me abraça. Na verdade, ela me expulsa. Sou eu contra ela. A vontade de sair de casa desapareceu, mas é preciso continuar. É preciso sair. Receber vento fresco no rosto.
As companhias já não são tão agradáveis, as festas já não têm a graça que tinham, a música é mais triste, o céu cinza derrama suas chuvas sem parar, a guitarra na minha mão lamenta através dos sons que saem dela.
Está na hora de deixar um legado. Está na hora de parar de sentir tudo isso. Buscar um novo alicerce. Perpetuação.
Uma mudança na rotina sempre faz bem, mas agora está tendo efeito inverso. Não durmo, não como, minha cabeça dói, meu estômago reclama. A cama parece que me abraça. Na verdade, ela me expulsa. Sou eu contra ela. A vontade de sair de casa desapareceu, mas é preciso continuar. É preciso sair. Receber vento fresco no rosto.
As companhias já não são tão agradáveis, as festas já não têm a graça que tinham, a música é mais triste, o céu cinza derrama suas chuvas sem parar, a guitarra na minha mão lamenta através dos sons que saem dela.
Está na hora de deixar um legado. Está na hora de parar de sentir tudo isso. Buscar um novo alicerce. Perpetuação.
domingo, 4 de maio de 2008
Stones e nós
Esqueci de comentar isso, mas na 6a retrasada, fui com a Bruna ao cinema assistir a Shine a light, documentário de Martin Scorsese sobre um show dos Stones em NY. A crítica falou bem e minha mãe já tinha me dito que tinha adorado.
Na tela, um show inteirinho dos velhinhos com algumas participações especiais (a única relevante é Buddy Guy). Repertório com clássicos e músicas menos conhecidas para os não iniciados, intercalado com cenas de arquivo de até 4 décadas atrás. Muito interessante.vPresença obrigatória para qualquer fã deles.
Pois para minha surpresa no cinema estavam apenas eu, Bruna, Keith, Mick, Ron e Charlie.Nunca tinha me acontecido isso antes. E em plena 6a feira. E com um filme mundialmente falado. Definitivamente Manaus é uma história a parte.
Na tela, um show inteirinho dos velhinhos com algumas participações especiais (a única relevante é Buddy Guy). Repertório com clássicos e músicas menos conhecidas para os não iniciados, intercalado com cenas de arquivo de até 4 décadas atrás. Muito interessante.vPresença obrigatória para qualquer fã deles.
Pois para minha surpresa no cinema estavam apenas eu, Bruna, Keith, Mick, Ron e Charlie.Nunca tinha me acontecido isso antes. E em plena 6a feira. E com um filme mundialmente falado. Definitivamente Manaus é uma história a parte.
A cobra não fumou
Escrevo esse post deitado na cama na manhã seguinte ao show, acabado de acordar e com as impressões mais recentes na mente.
Estava bastante animado, afinal assistir Whitesnake em Manaus e ir a pé para o show deixaria qualquer roqueiro feliz. A princípio iria sozinho, depois um amigo do Rio falou que queria ir. Na hora ele desistiu e vendeu o ingresso para um outro amigo do trabalho, o Adriano, também roqueiro e gente boa para caramba.
O ginásio não estava cheio. Como em qualquer outro evento em Manaus, você esbarra com várias pessoas conhecidas. Quando cheguei na pista foi que tive a real impressão que o povo não apareceu para ver Coverdale e companhia.
O show não esquentou, parte por culpa da banda, parte por culpa do público. O repertório trouxe muitas músicas novas. Isso para uma banda clássica é quase sempre ruim porque os fãs querem ouvir os hinos (a menos que essas novas músicas sejam do nível das clássicas). Dos clássicos coisas como Is this love, Here I go Again, Love ain't no Stranger, Fool for your loving, Crying in the rain, Victim of love, Give me all your love. Mas o público não conhecia a maioria.
Meu comentário sobre o público, sem querer ser bairrista, é que não há público como no Rio. Além de gostar muito de rock, o povo conhece as músicas e empolga, pula e canta com cada uma delas. Isso faz com que a banda cresça junto. Faltou isso. Público parado, show morno.
No final, a banda ainda tentou salvar e mandou meio que fora do script uma versão conjunta de Burn e Stormbringer, clássicos do Deep Purple da fase do Coverdale. As versões foram um pouco estranhas, demorei um pouco para reconhecer o riff inicial de Burn, mas valeu.
Ponto alto é o Senhor David Coverdale. Mesmo coroa, a voz é impressionante, vai do grave para o agudo com muita sustentação. O resto da banda é um arremedo de Whitesnake, com membros novos e membros antigos pouco expressivos.
No final a cobra não fumou, mas valeu muito. Afinal, o que poderia ser melhor num sábado à noite em Manaus?
Estava bastante animado, afinal assistir Whitesnake em Manaus e ir a pé para o show deixaria qualquer roqueiro feliz. A princípio iria sozinho, depois um amigo do Rio falou que queria ir. Na hora ele desistiu e vendeu o ingresso para um outro amigo do trabalho, o Adriano, também roqueiro e gente boa para caramba.
O ginásio não estava cheio. Como em qualquer outro evento em Manaus, você esbarra com várias pessoas conhecidas. Quando cheguei na pista foi que tive a real impressão que o povo não apareceu para ver Coverdale e companhia.
O show não esquentou, parte por culpa da banda, parte por culpa do público. O repertório trouxe muitas músicas novas. Isso para uma banda clássica é quase sempre ruim porque os fãs querem ouvir os hinos (a menos que essas novas músicas sejam do nível das clássicas). Dos clássicos coisas como Is this love, Here I go Again, Love ain't no Stranger, Fool for your loving, Crying in the rain, Victim of love, Give me all your love. Mas o público não conhecia a maioria.
Meu comentário sobre o público, sem querer ser bairrista, é que não há público como no Rio. Além de gostar muito de rock, o povo conhece as músicas e empolga, pula e canta com cada uma delas. Isso faz com que a banda cresça junto. Faltou isso. Público parado, show morno.
No final, a banda ainda tentou salvar e mandou meio que fora do script uma versão conjunta de Burn e Stormbringer, clássicos do Deep Purple da fase do Coverdale. As versões foram um pouco estranhas, demorei um pouco para reconhecer o riff inicial de Burn, mas valeu.
Ponto alto é o Senhor David Coverdale. Mesmo coroa, a voz é impressionante, vai do grave para o agudo com muita sustentação. O resto da banda é um arremedo de Whitesnake, com membros novos e membros antigos pouco expressivos.
No final a cobra não fumou, mas valeu muito. Afinal, o que poderia ser melhor num sábado à noite em Manaus?
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Teoria Darwiniana
E não poderia haver outro fim. O que leva uma pessoa a se amarrar em um monte de balões de festa de aniversário e sair por aí voando, querendo bater o recorde mundial de vôo com esse tipo de artefato?
Darwin já dizia que a natureza seleciona os melhores e eu acho que o acontecido é mais um caso de evolução. As buscas continuam, mas até agora não encontraram nada além de pedaços de bexiga no mar.
Sinceramente não estou surpreso, já era um fim anunciado. Seria trágico se não fosse cômico.
Darwin já dizia que a natureza seleciona os melhores e eu acho que o acontecido é mais um caso de evolução. As buscas continuam, mas até agora não encontraram nada além de pedaços de bexiga no mar.
Sinceramente não estou surpreso, já era um fim anunciado. Seria trágico se não fosse cômico.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Circo
Acho que já falei sobre pão e circo aqui há algum tempo atrás. Falei das esmolas que o governo dá para o povo e também do carnaval e das festas populares. Agora apenas parte desse tema me volta à cabeça depois de tudo isso que vem fazendo com o caso Isabella.
O circo que estão fazendo em cima da tragédia é impressionante. "Já está tudo armado. É o jogo dos caçadores e dos canibais, mas o negócio é que está muita bandeira. É bandeira demais." Estão explorando todo o drama, criaram personagens, mocinhos e vilões, suspeitos e vítimas. Só está faltando a pipoca.
Não quero aqui julgar a barbaridade do crime, aliás crimes assim infelizmente acontecem com alguma freqüência. Só não consigo lembrar um que tenha tido sido tão explorado nos últimos tempos (o último talvez tenha sido o de Daniela Perez).
A culpa disso tudo não é só do povo que acompanha os noticiários ávido por novas evidências, formas de enquadrar os culpados, novas possibilidades. A polícia e a justiça com todo esse alarde durante as investigações têm contribuído. A família da menina, com tamanha exposição, também tem papel fundamental no espetáculo.
As TV's, rádios e os jornais estão apenas fazendo a parte deles. Eles querem vender, o povo quer consumir. Pronto, o ciclo está fechado. Horas a fio de noticiário e milhões de pessoas atentas, discutindo na rua, conversando no restaurante, papo de bar. Isso é o show business. Isso é o circo.
Por favor, só me chamem depois do último ato. E mais uma coisa: não gosto de pipoca.
O circo que estão fazendo em cima da tragédia é impressionante. "Já está tudo armado. É o jogo dos caçadores e dos canibais, mas o negócio é que está muita bandeira. É bandeira demais." Estão explorando todo o drama, criaram personagens, mocinhos e vilões, suspeitos e vítimas. Só está faltando a pipoca.
Não quero aqui julgar a barbaridade do crime, aliás crimes assim infelizmente acontecem com alguma freqüência. Só não consigo lembrar um que tenha tido sido tão explorado nos últimos tempos (o último talvez tenha sido o de Daniela Perez).
A culpa disso tudo não é só do povo que acompanha os noticiários ávido por novas evidências, formas de enquadrar os culpados, novas possibilidades. A polícia e a justiça com todo esse alarde durante as investigações têm contribuído. A família da menina, com tamanha exposição, também tem papel fundamental no espetáculo.
As TV's, rádios e os jornais estão apenas fazendo a parte deles. Eles querem vender, o povo quer consumir. Pronto, o ciclo está fechado. Horas a fio de noticiário e milhões de pessoas atentas, discutindo na rua, conversando no restaurante, papo de bar. Isso é o show business. Isso é o circo.
Por favor, só me chamem depois do último ato. E mais uma coisa: não gosto de pipoca.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Notas roqueiras
Esse final de semana tive mais uma surpresa. Estava com alguns amigos em um bar quando vi um cartaz anunciando mais um show de rock internacional em Manaus: Deep Purple, dia 6 de Junho no Vivaldinho, mesmo local do show do Whitesnake, ou seja, vou a pé também.
Deep Purple já não é mais aquela banda de antigamente. Já fui a uns 3 shows deles no Rio e é fácil perceber isso. Sem Blackmore e Lord a banda perde muito. A voz de Gillan também não tem a consistência de décadas atrás. Mas e daí? Vai haver um desfile de clássicos que vão deixar os fãs amazonenses de queixo caído, afinal vai ser a banda de maior expressão a ter tocado em terras manauras. Eu como um fã incondicional do rock clássico dos anos 70 estarei lá com certeza.
A outra nota fica por conta do documentário do Scorsese, Shine a Light, sobre os Rolling Stones. O filme mundialmente comentado ainda não está sendo exibido em Manaus (e talvez nem seja), mas assim que sair na tela grande ou em DVD vou assisitir.
Para minha surpresa, minha mãe assistiu e se amarrou. Me ligou empolgada falando que os Stones são demais. :-)
Deep Purple já não é mais aquela banda de antigamente. Já fui a uns 3 shows deles no Rio e é fácil perceber isso. Sem Blackmore e Lord a banda perde muito. A voz de Gillan também não tem a consistência de décadas atrás. Mas e daí? Vai haver um desfile de clássicos que vão deixar os fãs amazonenses de queixo caído, afinal vai ser a banda de maior expressão a ter tocado em terras manauras. Eu como um fã incondicional do rock clássico dos anos 70 estarei lá com certeza.
A outra nota fica por conta do documentário do Scorsese, Shine a Light, sobre os Rolling Stones. O filme mundialmente comentado ainda não está sendo exibido em Manaus (e talvez nem seja), mas assim que sair na tela grande ou em DVD vou assisitir.
Para minha surpresa, minha mãe assistiu e se amarrou. Me ligou empolgada falando que os Stones são demais. :-)
sábado, 12 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Campeões
Aqui em cima está a foto dos campeões das últimas duas etapas de corrida de orientação na categoria duplas. No dia 30 de Março a prova foi organizada pelo FOA e a de 6 de Abril pelo Cloman. Não teve para ninguém. Os resultados podem ser vistos nos respectivos sites.
Dia 27 tem corrida de aventura. Teremos participação especial de um convidado do Rio :-)
sexta-feira, 28 de março de 2008
Produtos de exportação
O Brasil tem muitas riquezas naturais. É um país sortudo. Pena que fazemos mau uso da maioria dos recursos existentes aqui. Não sabemos explorar nosso turismo, não sabemos aproveitar de forma sustentável nossas terras, não sabemos sequer tirar proveito para nosso próprio sustento. Pensar numa sociedade pautada no conhecimento é um passo maior ainda. Mas estamos encontrando nosso nicho no cenário da economia internacional, no que tange a exportação de produtos.
Temos dois produtos de exportação imbatíveis. Ninguém consegue fazer e vender melhor que a gente. Ou vocês conhecem algum país que exporte mais caipirinha e mais mulheres que nós?
A caipirinha caiu no gosto do mundo todo. Trabalho com muitos estrangeiros e todos que vem para cá se rendem ao prazer do limão batido com gelo e açúcar na cachaça. Geralmente é a primera palavra que aprendem em português. Numa conversa entre gringos num bar brasileiro, a palavra caipirinha tem presença obrigatória. E hoje já vendem até em pozinho! Chancela de produto de exportação nela.
Mas o que seria da caipirinha se não houvesse as mulheres brasileiras "tipo exportação"? A imagem de um grupo de gringos bebendo caipirinha, ao som do samba cercado por deliciosas nativas e mulatas é algo recorrente às nossas mentes. Infelizmente é isso que pensam da gente. Somos um país de caipirinha, samba e mulatas. E a gente se orgulha disso!
Qualquer reportagem ou matéria sobre o Brasil no exterior tem uma mulata dançando. Quando gringos desembarcam em nossos aeroportos, tem uma mulata para recepcioná-los. E sempre ao som do samba.
Os gringos então pensaram: "Por que não podemos ter esses prazeres em nossas terras?" A caipirinha é fácil. Basta colocar algumas garrafas de cachaça mala. Os outros ingredientes eles encontram lá mesmo. O samba a gente baixa da internet. E as mulheres?
E aí que começa a exportação das brasileiras, suas respectivas bundas e toda sua sexualidade. É por isso que brasileiros são impedidos de entrar na Espanha. É por isso que escândalos sexuais nos EUA tem uma "profissional" tupiniquim envolvida. Não paramos de exportar. Estão espalhadas pelo mundo todo.
Que banana que nada! Um viva aos verdadeiros produtos de exportação e orgulho desse país!
Temos dois produtos de exportação imbatíveis. Ninguém consegue fazer e vender melhor que a gente. Ou vocês conhecem algum país que exporte mais caipirinha e mais mulheres que nós?
A caipirinha caiu no gosto do mundo todo. Trabalho com muitos estrangeiros e todos que vem para cá se rendem ao prazer do limão batido com gelo e açúcar na cachaça. Geralmente é a primera palavra que aprendem em português. Numa conversa entre gringos num bar brasileiro, a palavra caipirinha tem presença obrigatória. E hoje já vendem até em pozinho! Chancela de produto de exportação nela.
Mas o que seria da caipirinha se não houvesse as mulheres brasileiras "tipo exportação"? A imagem de um grupo de gringos bebendo caipirinha, ao som do samba cercado por deliciosas nativas e mulatas é algo recorrente às nossas mentes. Infelizmente é isso que pensam da gente. Somos um país de caipirinha, samba e mulatas. E a gente se orgulha disso!
Qualquer reportagem ou matéria sobre o Brasil no exterior tem uma mulata dançando. Quando gringos desembarcam em nossos aeroportos, tem uma mulata para recepcioná-los. E sempre ao som do samba.
Os gringos então pensaram: "Por que não podemos ter esses prazeres em nossas terras?" A caipirinha é fácil. Basta colocar algumas garrafas de cachaça mala. Os outros ingredientes eles encontram lá mesmo. O samba a gente baixa da internet. E as mulheres?
E aí que começa a exportação das brasileiras, suas respectivas bundas e toda sua sexualidade. É por isso que brasileiros são impedidos de entrar na Espanha. É por isso que escândalos sexuais nos EUA tem uma "profissional" tupiniquim envolvida. Não paramos de exportar. Estão espalhadas pelo mundo todo.
Que banana que nada! Um viva aos verdadeiros produtos de exportação e orgulho desse país!
quinta-feira, 27 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
Pra rapaziada esperta
Sou um cara pouco sentimental. Na verdade, meu sentimentalismo é quase nulo, mas há algumas coisas que me fazem ficar emocionado. Na maioria das vezes está relacionado à música. E podem ser emoções distintas.
O som de uma guitarra me acerta o cérebro de uma maneira diferente e me traz uma sensação muito boa, difícil de explicar. Assistir a Echoes no DVD Live at Pompeii do Pink Floyd me faz sorrir. Um filme com uma trilha sonora clássica, como em "Quase Famosos", me deixa saudosista. A única coisa em comum a todas elas é que fico realmente emocionado.
Por que estou falando dessa emotividade toda? Porque recentemente assisti ao DVD do show do Barão Vermelho no Rock in Rio de 1985 e me emocionei. Assistir à maior banda de rock do Brasil de todos os tempos em plena forma é uma experiência obrigatória para todos aqueles que apreciam o bom e velho rock 'n roll. Cazuza, Frejat, Guto, Dé e Maurício estão com fôlego total e soltam vários petardos de clássicos da até então curta carreira da banda, para uma multidão, em plena luz do dia.

Cazuza, particularmente, está inspirado, com a corda toda. Já entra no palco berrando, rasgando a voz, arrebenta durante a uma hora de apresentação e termina o show desejando que o dia "amanheça lindo" para aquela "rapaziada esperta". Nada é por acaso. Naquele dia foi eleito, de forma indireta, o primeiro presidente brasileiro não militar depois de mais de 20 anos.
Frejat, com uma pegada bem rock 'n roll, já se mostra um grande guitarrista, um guitarrista de alma (fato que mudou com o tempo). O resto da banda, com Guto Goffi na bateria, Dé no baixo e Maurício Barros no teclado é uma ótima cozinha para os astros brilharem.
Ainda tem o destaque do saxofonista convidado, Zé Luis, que faz uma participação especial. Com um figurino totalmente anos 80, ele não acredita no que está acontecendo e fica totalmente empolgado, o que enriquece bastante sua apresentação e sua performance no palco.
Com todos esses ingredientes, é fácil deixar a emoção tomar conta e misturar um pouco de tristeza por não poder estar lá pela pouca idade na época, com o prazer de assistir a um show de rock de verdade. Show para a história.
O som de uma guitarra me acerta o cérebro de uma maneira diferente e me traz uma sensação muito boa, difícil de explicar. Assistir a Echoes no DVD Live at Pompeii do Pink Floyd me faz sorrir. Um filme com uma trilha sonora clássica, como em "Quase Famosos", me deixa saudosista. A única coisa em comum a todas elas é que fico realmente emocionado.
Por que estou falando dessa emotividade toda? Porque recentemente assisti ao DVD do show do Barão Vermelho no Rock in Rio de 1985 e me emocionei. Assistir à maior banda de rock do Brasil de todos os tempos em plena forma é uma experiência obrigatória para todos aqueles que apreciam o bom e velho rock 'n roll. Cazuza, Frejat, Guto, Dé e Maurício estão com fôlego total e soltam vários petardos de clássicos da até então curta carreira da banda, para uma multidão, em plena luz do dia.

Cazuza, particularmente, está inspirado, com a corda toda. Já entra no palco berrando, rasgando a voz, arrebenta durante a uma hora de apresentação e termina o show desejando que o dia "amanheça lindo" para aquela "rapaziada esperta". Nada é por acaso. Naquele dia foi eleito, de forma indireta, o primeiro presidente brasileiro não militar depois de mais de 20 anos.
Frejat, com uma pegada bem rock 'n roll, já se mostra um grande guitarrista, um guitarrista de alma (fato que mudou com o tempo). O resto da banda, com Guto Goffi na bateria, Dé no baixo e Maurício Barros no teclado é uma ótima cozinha para os astros brilharem.
Ainda tem o destaque do saxofonista convidado, Zé Luis, que faz uma participação especial. Com um figurino totalmente anos 80, ele não acredita no que está acontecendo e fica totalmente empolgado, o que enriquece bastante sua apresentação e sua performance no palco.
Com todos esses ingredientes, é fácil deixar a emoção tomar conta e misturar um pouco de tristeza por não poder estar lá pela pouca idade na época, com o prazer de assistir a um show de rock de verdade. Show para a história.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Susto
Cheguei hoje de manhã e como sempre faço fui verificar meus emails. Geralmente apago sem ler aqueles que não conheço o autor. Dessa vez resolvi abrir um com o título "Mega agenda de shows". Pensei que se tratasse de alguma coisa no Rio, mas para minha surpresa, era uma lista de shows que ocorrerão em Manaus esse ano.
Entre eles porcarias como Calypso, Charlie Brown Jr., Exaltasamba, Revelação, Capital Inicial. Nada demais. Eu poderia ter desistido, mas segui em frente. Mais abaixo, me deparei com um Emmerson Nogueira. Já estava começando a valer a pena ir até o final.
Daí por diante foi só emoção. Havia uma lista de bandas internacionais!!! Não que isso signifique alguma coisa, mas já quebra a monotonia da cidade. A 1a atração é um show do Gammaray e do Helloween. Depois têm porcarias como Brian Adams e Nightwish. O Scorpions, depois do sucesso do ano passado, voltará com o show acústico. Mas o melhor eu guardei para o final. Whitesnake em Manaus!!! Isso mesmo, a turnê "It's good to be bad" (que nome lindo) vai passar por aqui.
Ainda incrédulo com a notícia, entrei no site oficial da banda para verificar a informação. E lá está, no dia 3 de Maio, na Arena Amadeu Teixeira, Coverdale e sua trupe estarão aqui com o que pode haver de melhor do Glam Rock. É hora de começar a preparar a maquiagem e os cabelos...
Entre eles porcarias como Calypso, Charlie Brown Jr., Exaltasamba, Revelação, Capital Inicial. Nada demais. Eu poderia ter desistido, mas segui em frente. Mais abaixo, me deparei com um Emmerson Nogueira. Já estava começando a valer a pena ir até o final.
Daí por diante foi só emoção. Havia uma lista de bandas internacionais!!! Não que isso signifique alguma coisa, mas já quebra a monotonia da cidade. A 1a atração é um show do Gammaray e do Helloween. Depois têm porcarias como Brian Adams e Nightwish. O Scorpions, depois do sucesso do ano passado, voltará com o show acústico. Mas o melhor eu guardei para o final. Whitesnake em Manaus!!! Isso mesmo, a turnê "It's good to be bad" (que nome lindo) vai passar por aqui.
Ainda incrédulo com a notícia, entrei no site oficial da banda para verificar a informação. E lá está, no dia 3 de Maio, na Arena Amadeu Teixeira, Coverdale e sua trupe estarão aqui com o que pode haver de melhor do Glam Rock. É hora de começar a preparar a maquiagem e os cabelos...
terça-feira, 11 de março de 2008
Perguntas
Durante a gravação do Dark side of the moon, Roger Waters fez uma série de perguntas para algumas pessoas a fim de utilizar seus depoimentos e vozes durante as músicas do disco. No meio das faixas é possível ouvir vozes falando coisas de difícil entendimento. São respostas a perguntas referentes aos temas das músicas.
Gostei da idéia e com o intuito de tornar esse blog mais interativo, resolvi colocar semanalmente perguntas aqui. Perguntas vagas, com respostas muito pessoais. Vamos ver se alguém responde. Depois quem sabe eu não junte tudo e escreva sobre o tema...
Gostei da idéia e com o intuito de tornar esse blog mais interativo, resolvi colocar semanalmente perguntas aqui. Perguntas vagas, com respostas muito pessoais. Vamos ver se alguém responde. Depois quem sabe eu não junte tudo e escreva sobre o tema...
Dano Cerebral
O lunático está na grama
O lunático está na grama
Lembrando de jogos e corrente de margaridas e risadas
Temos que deixar os doidos continuarem no caminho
O lunático está na sala
Os lunáticos estão na minha sala
Os jornais ficam de rostos colados ao chão
E todo dia o entregador de jornal traz mais
E se a represa quebrar muitos anos antes
E se não houver nenhum quarto em cima da morro
E se sua cabeça explodir com mau presságio também
Eu verei você no lado escuro da lua
O lunático está na minha cabeça
o lunático está na minha cabeça
Você levanta a lâmina, você faz a mudança
Você me re-arruma até eu ficar são
Você tranca a porta
E joga fora a chave
Existe alguém na minha cabeça mas não sou eu
E se a nuvem explodir, trovejar em seu ouvido
Você grita e ninguém parece escutar
E se a banda que você está começa a tocar em tons diferentes
Eu verei você no lado escuro da lua
O lunático está na grama
Lembrando de jogos e corrente de margaridas e risadas
Temos que deixar os doidos continuarem no caminho
O lunático está na sala
Os lunáticos estão na minha sala
Os jornais ficam de rostos colados ao chão
E todo dia o entregador de jornal traz mais
E se a represa quebrar muitos anos antes
E se não houver nenhum quarto em cima da morro
E se sua cabeça explodir com mau presságio também
Eu verei você no lado escuro da lua
O lunático está na minha cabeça
o lunático está na minha cabeça
Você levanta a lâmina, você faz a mudança
Você me re-arruma até eu ficar são
Você tranca a porta
E joga fora a chave
Existe alguém na minha cabeça mas não sou eu
E se a nuvem explodir, trovejar em seu ouvido
Você grita e ninguém parece escutar
E se a banda que você está começa a tocar em tons diferentes
Eu verei você no lado escuro da lua
Assinar:
Postagens (Atom)
